Caimbambo regista restrições “graves de energia” devido escassez de combustível em Benguela

Segundo o director municipal da Energia e Águas, Mateus Bongue, Caimbambo recebe 30 mil litros de gasóleo por mês, uma quantidade que equivale cerca de 50 por cento da sua necessidade para abastecer o grupo de geradores que oferece electricidade à sede municipal.
“O fornecimento de energia é assegurado por um grupo de geradores com capacidade para 1700 kaveares, e é feita de forma intercalada pelos diferentes bairros em algumas horas, e os períodos nocturnos passados às escuras”, disse.
Por conta desta situação, o fornecimento que era feito das 8 às 6 horas do dia seguinte, passou actualmente a ser das 18 às zero horas.
“Não temos tido energia durante o período da manhã excepto às instituições públicas, devido a quantidade que o sector da energia recebe”, revelou o responsável em declarações à Angop.
A situação que se regista no Caimbambo deixa os munícipes agastados e pode inibir o investimento privado na zona.
Face a esta situação a comunidade do Caimbambo aguarda com grande expectativa a operacionalização da barragem do Lomaum, localizada no município vizinho do Cubal que tem sido projectada pelas autoridades como uma infra-estrutura estratégica para amenizar e resolver o problema de energia naquela zona da província de Benguela em particular.


