Luanda - O secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro Filipe, exortou, terça-feira, em Luanda, os novos 221 funcionários públicos selecionados mediante concursos públicos de ingresso externos, a pautarem-se por uma conduta que dignifique a confiança que lhes foi depositada.
O governante falava na cerimónia de outorga de certificados aos candidatos selecionados entre mais de 110 mil, nos concursos públicos de ingresso externo dos Ministérios dos Transportes (MINTRANS), Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) e Instituto de Reintegração Social dos Ex Militares (IRSEM), ligado ao Ministério da Ação Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU).
Durante o evento, que decorreu na Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas(ENAPP), Pedro Filipe chamou a atenção dos novos funcionários para a conduta exigida na administração pública. “O ingresso na função pública(...) exige um comprometimento com a pátria", seublinhou.
Acrescentou que "exige uma adesão aos valores e aos princípios deontológicos que a administração pública prevê, disponibilidade para servir, independentemente do local, da condição e das responsabilidades, bem como um sentido de missão que todos os funcionários públicos devem observar”, disse.
Na sua intervenção, referiu que o ingresso de novos membros na função pública mediante concursos realizados sob alçada da Entidade Recrutadora Única, instituição que tem a responsabilidade de dirigir os processos de selecção de candidatos para a Administração Pública Central, é o reflexo do compromisso do Executivo com a modernização da administração pública.
“A modernização da administração pública começa, essencialmente, pela qualidade e a capacidade dos quadros que integram a administração pública”, frisou o secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social.
Pedro Filipe aproveitou a ocasião para esclarecer que há concursos públicos cuja selecção dos candidatos não está sob alçado da Entidade Recrutadora Única, como são os realizados pelas administrações municipais, governos provinciais e órgãos de defesa e segurança, que dirigem concursos públicos de forma autónoma.



