O Centrooptico reabilitou a Escola Comunitária Caminhar n.º 2, localizada em Viana, Km 12 – Grafanil, numa intervenção de responsabilidade social que vai beneficiar cerca de mil alunos, da iniciação à 6.ª classe, com melhores condições de ensino e aprendizagem.
A intervenção, que contou com um investimento superior a 14 milhões de kwanzas, incluiu a impermeabilização do edifício, pintura das salas e espaços comuns, instalação eléctrica e colocação de iluminação nas salas. Foram igualmente intervencionadas a secretaria, os gabinetes dos professores e do director, as casas de banho, os halls, as salas de aula e a biblioteca.
A escola dispõe agora de uma nova instalação eléctrica, uma sala de estudo e uma biblioteca, além de mobiliário escolar que permitiu equipar uma das salas de aula. Foram ainda doados cerca de 100 livros infantis, oito quadros escolares brancos e brinquedos.
A cerimónia de inauguração da escola, realizada esta quarta-feira, contou com a participação da Associação das Escolas Comunitárias (AEC) e marcou igualmente a abertura do ano lectivo 2026/2027.
Segundo Isabel Morais, gestora de Responsabilidade Social do Centrooptico, a iniciativa surgiu depois de a direcção da empresa ter constatado o estado de degradação do edifício durante uma actividade de rastreios visuais gratuitos realizada em Maio de 2025.
“A empresa está totalmente comprometida com a promoção de iniciativas junto das comunidades onde actua, não só através de rastreios gratuitos, da doação de óculos ou de campanhas educativas, mas também mediante acções que contribuam para um percurso mais promissor de crianças, adolescentes e jovens angolanos”, afirmou.
Na intervenção estiveram envolvidos cerca de 52 colaboradores do Centrooptico, das áreas de Marketing, Legal, Financeiro, Vendas, Supervisão e Manutenção, bem como membros da Direcção da empresa. A acção representou um total de 819 horas de voluntariado realizadas durante o horário normal de trabalho.
A recuperação de carteiras e a transformação de materiais reutilizáveis, como pneus e paletes, permitiram igualmente criar bancos, floreiras, estantes, mesas e divisórias para diferentes espaços da escola, com o apoio de parceiros e outras entidades.
O projecto incluiu ainda a produção, em regime pro bono, de material didáctico para as salas de aula, nomeadamente cartazes sobre o corpo humano, o mapa-múndi, o mapa de Angola, o sistema solar e conteúdos relacionados com cidadania.



