Quinze projectos, dos 123 inseridos no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), no Cunene, estão paralisados por insuficiência de recursos, informou, sexta-feira, em Ondjiva, o director do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística (GEPE), Marcelino dos Santos.
À imprensa, no fim da IV sessão ordinária do Governo Provincial do Cunene, orientada pela governadora Gerdina Didalelwa, o responsável explicou que grande parte das empreitadas que se encontram nessa situação está ligada aos sectores da Educação e Saúde. Além da execução financeira, declarou, houve, também, incumprimento por parte dos empreiteiros que, em determinados projectos, não cumpriram com os prazos contratuais. Marcelino dos Santos explicou que este cenário vai obrigar o Governo Provincial do Cunene a reavaliar os trabalhos para, posteriormente, entregar as empreitadas a empresas com maior capacidade técnica, humana e com idoneidade financeira. “A situação das obras paralisadas está já a ser discutida no Governo Provincial, a fim de garantir que estas sejam concluídas e entregues à população. Constitui um grande constrangimento o número de projectos ainda não concluído, daí a razão deste ponto da agenda, a nível da reunião, no sentido de os membros reflectirem em torno das estratégias concretas para mitigar esse problema”, afirmou. O director do GEPE disse que, até ao momento, já foram concluídos 89 projectos, num investimento global de 15 mil milhões de kwanzas. RetomaA governadora provincial, Gerdina Didalelwa, reforçou o compromisso do Governo em retomar todas as obras que se encontram paralisadas. Entre os projectos do PIIM no Cunene, que aguardam pelo reequilíbrio financeiro, constam a linha de transporte de energia do Namacunde para o município do Chiedi, edifício do Complexo Administrativo e Autárquico do município da Cahama e a reabilitação do Complexo Escolar do Oulondelo, entre outras.




