Inauguração do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, com duas pistas, 31 mangas e capacidade projectada para mais de 15 milhões de passageiros por ano.
Modernização e expansão da rede rodoviária nacional, através da construção, reabilitação e manutenção de estradas em várias províncias.
Reabilitação e expansão do Caminho-de-Ferro de Benguela, reforçando a ligação ferroviária do país ao Corredor do Lobito.
Modernização dos sistemas de navegação aérea e controlo do espaço aéreo nacional.
Construção e expansão de infra-estruturas aeroportuárias provinciais, incluindo os projectos de Cabinda e Mbanza Kongo.
Desenvolvimento da infra-estrutura logística da Barra do Dande.
Dinamização do Corredor do Lobito, incluindo a transferência dos serviços ferroviários e logísticos para o consórcio gestor, fortalecendo a ligação de Angola aos mercados da região.
Água e saneamento
Construção do Canal do Cafu, no Cunene, com 165 quilómetros de extensão, para irrigar mais de 15 mil hectares de terras agrícolas e combater os efeitos da seca.
Construção da Barragem do Ndue, no Cunene, para armazenar 170 mil milhões de litros de água, equivalente a 68 mil piscinas olímpicas.
Construção da Barragem do Calucuve, para armazenar 141 mil milhões de litros e integrada no Programa de Combate à Seca no Sul.
Implementação do Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola.
Implementação do Sistema de Água do BITA, destinado a reforçar o abastecimento de água no Sul de Luanda.
Desenvolvimento do Sistema de Água do Quilonga Grande, para reforçar o abastecimento de Luanda.
Expansão das redes de abastecimento de água nas províncias e municípios.
Ampliação das ligações domiciliares de água e dos sistemas de distribuição em diferentes localidades.
Saúde
Expansão da rede pública de saúde, que, segundo os dados oficiais mais recentes, conta actualmente com 3.355 unidades sanitárias.
Admissão de mais de 46 mil novos profissionais de saúde entre 2017 e 2024.
Construção e modernização de hospitais de referência em várias províncias.
Inauguração do Hospital Materno-Infantil Dr. Manuel Pedro Azancot de Menezes, no Camama, com 220 camas.
Inauguração do Hospital Geral de Viana Bispo Emílio de Carvalho, com 356 camas.
Construção do Hospital Geral do Cuanza-Sul.
Inauguração do Hospital Geral do Cuanza-Norte, com 200 camas e serviços especializados.
Inauguração do Hospital Geral do Bengo, com 200 camas.
Inauguração do Hospital Geral do Cunene General Simione Mucune, com 200 camas.
Transformação do antigo Hospital Sanatório de Luanda no Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, ampliando a capacidade de atendimento especializado.
Construção e inauguração do Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere, em Luanda, com serviços especializados.
Expansão da rede de hemodiálise, actualmente presente em 12 províncias, com 35 instalações, segundo dados oficiais de 2025.
Introdução da cirurgia robótica em Angola, com cirurgias realizadas no Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento.
Construção do Hospital Universitário da Universidade Agostinho Neto.
Construção do Hospital Geral de Cacuaco “Heróis de Kifangondo”, integrado na expansão da rede hospitalar terciária.
Construção do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, reforçando a capacidade de atendimento médico especializado.
Construção do Hospital Municipal de Bula Atumba, ampliando a cobertura dos serviços de saúde a nível municipal.
Construção do Hospital Municipal da Ecunha, no Huambo.
Construção do Hospital Municipal de Caluquembe, na Huíla.
Reabilitação e equipamento de laboratórios públicos de saúde, incluindo laboratórios de referência regional, provinciais e municipais, elevando a rede pública operacional para 87 laboratórios.
Reforço da resposta nacional à cólera, incluindo a mobilização de 3,6 milhões de doses de vacinas e a sua administração nas zonas mais vulneráveis.
Redução dos indicadores de mortalidade infantil e materna, acompanhando a expansão e melhoria da rede de cuidados de saúde.
Energia e electricidade
Entrada em plena operação da hidroeléctrica de Laúca, uma das principais fontes de produção eléctrica do país.
Expansão das linhas de transporte de electricidade Norte–Centro.
Avanço da interligação eléctrica Centro–Sul, incluindo as ligações Huambo–Lubango–Namibe e Lubango–Ondjiva.
Estruturação da interligação eléctrica Norte–Leste, incluindo a ligação Malanje–Saurimo.
Entrada em funcionamento do Parque Solar do Biópio, em Benguela, a maior central fotovoltaica de Angola e uma das maiores da África Subsariana com capacidade de 188,8 megawatts.
Implementação de grandes projectos de energia solar na Baía Farta, Saurimo, Luena e Caraculo, com capacidade aproximada a 200 megawatts.
Inauguração da Central Solar do Luau, reforçando a electrificação do Leste.
Implementação do programa de electrificação rural através de energia solar.
Construção da Barragem de Caculo Cabaça, com capacidade projectada superior a 2.000 megawatts.
Reabilitação da Barragem do Luachimo, cuja capacidade saltou de 8,4 para 34 megawatts, reforçando a produção eléctrica na região diamantífera.
Reabilitação e expansão da Central Hidroeléctrica da Matala, tendo a capacidade de geração de energia passado de 27,2 para 40,8 megawatts.
Habitação e desenvolvimento urbano
Expansão do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, através da construção de centralidades e urbanizações em várias províncias.
Construção e inauguração da Centralidade Teresa Afonso Gomes, em Caxito, com habitações e equipamentos sociais.
Desenvolvimento da Centralidade Bucula, no Bengo.
Expansão das centralidades e projectos habitacionais em várias províncias.
Continuação de projectos habitacionais em Luanda e Icolo e Bengo, incluindo Zango V, Vida Pacífica e KK5000.
Construção e inauguração da primeira fase da Centralidade Alberto António Teta Lando, em Mbanza Kongo, província do Zaire, com 200 apartamentos distribuídos por 13 edifícios.
Educação, ensino superior e formação profissional
Construção e reabilitação de escolas em várias regiões do país.
Expansão do número de salas de aula, contribuindo para o aumento da capacidade de absorção do sistema educativo.
Admissão de dezenas de milhares de novos profissionais da educação, incluindo mais de 53 mil professores nos últimos anos.
Expansão do ensino superior, que actualmente atende mais de 330 mil estudantes.
Aumento do número de licenciados e expansão da formação superior.
Atribuição de bolsas de estudo internas e externas, com mais de 35 mil estudantes bolseiros em formação, segundo os dados de 2025.
Construção e expansão das instalações da Universidade Lueji A’Nkonde, no Dundo e em Saurimo.
Construção do Instituto Superior Politécnico da Universidade Lueji A’Nkonde, em Saurimo.
Expansão das instalações do ensino superior no Cuito, Luena, Ndalatando, Ondjiva, Soyo e outras localidades.
Expansão da Universidade do Namibe através de novas infra-estruturas académicas.
Criação da Escola 42 Luanda, especializada em programação e competências digitais.
Criação e implementação do Fundo Nacional de Emprego de Angola — FUNEA, através do qual mais de 26 mil cidadãos já beneficiaram de iniciativas de emprego, formação profissional, estágios, microcrédito e kits profissionais.
Indústria petrolífera, gás e recursos minerais
Inauguração da primeira fase da Refinaria de Cabinda, com capacidade inicial de cerca de 30 mil barris por dia.
Impulso à construção das refinarias de Cabinda e Lobito e à modernização da Refinaria de Luanda.
Desenvolvimento do Terminal Oceânico da Barra do Dande, destinado ao armazenamento estratégico de combustíveis.
Desenvolvimento da Zona Franca da Barra do Dande, como pólo industrial e logístico.
Desenvolvimento da indústria de transformação na Barra do Dande, incluindo projectos industriais estruturantes.
Reforma do sector diamantífero, com maior abertura à participação privada e alterações nos mecanismos de exploração e comercialização.
Entrada em produção do Projecto Diamantífero do Luele, uma das maiores operações diamantíferas do país.
Inauguração da fábrica de tratamento de gás do Soyo, associada aos projectos Quiluma e Maboqueiro, reforçando a exploração do gás não associado em Angola.
Lançamento do projecto para a construção da fábrica de fertilizantes no Soyo, aproveitando o gás produzido localmente para a produção de fertilizantes. Nota: trata-se de um projecto anunciado, não de uma fábrica já inaugurada.
Economia, finanças e investimento privado
Implementação de reformas económicas e financeiras, incluindo reformas cambiais, fiscais, legislação da concorrência, investimento privado e sector empresarial público.
Implementação do Programa de Privatizações (PROPRIV).
Expansão dos programas de produção nacional nos sectores da Agricultura, Indústria transformadora, Pescas e outras áreas não petrolíferas.
Ciência, tecnologia e telecomunicações
Inauguração do Centro de Ciência de Luanda.
Desenvolvimento do Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda, com laboratórios, investigação e incubação tecnológica.
Lançamento do Angosat-2, reforçando a capacidade nacional de telecomunicações por satélite.
Inauguração do Centro de Controlo e Missão de Satélites, preparado para monitorizar até três satélites e actualmente responsável pelo Angosat-2.
Ligação por fibra óptica entre Angola, Zâmbia e República Democrática do Congo, ampliando a conectividade regional.
Defesa e segurança marítima
Reinauguração e modernização da Base Naval do Soyo, na província do Zaire, reforçando a capacidade operacional da Marinha de Guerra Angolana.
Entrada em funcionamento do Centro Regional de Coordenação Marítima do Soyo, reforçando a vigilância e o controlo das águas territoriais.
Construção do Centro Nacional de Coordenação e Vigilância Marítima de Luanda, destinado à monitorização permanente das águas territoriais angolanas.
Desenvolvimento dos Centros Regionais de Coordenação e Vigilância Marítima do Lobito e do Namibe, ampliando a cobertura de vigilância da costa nacional.
Reforço dos meios de vigilância marítima, incluindo navios de patrulha, corvetas, lanchas e aeronaves C-295.
Agricultura, pecuária e segurança alimentar
Reabilitação de mais de 30.500 hectares de perímetros irrigados, incluindo Caxito, Matumbo, Bom Jesus, Matala, Mucoso e Missombo, além da construção de novos perímetros no Sumbe e Quiminha.
Construção de oito entrepostos frigoríficos, destinados à conservação de produtos agrícolas e ao reforço da cadeia de frio nacional.
Construção de matadouros industriais em Camabatela e Porto Amboim, além de matadouros modulares em Luanda e Malanje.
Construção de uma rede de silos com capacidade de armazenamento de 50 mil toneladas de grãos, fortalecendo a reserva estratégica alimentar do país.
Desenvolvimento de fazendas agrícolas de média e larga escala, abrangendo mais de 54.400 hectares e destinadas ao aumento da produção nacional de milho, arroz, soja e feijão.
Construção do Centro de Biodiversidade e Produção de Vacinas no Huambo, destinado a apoiar o desenvolvimento da pecuária e da produção nacional de vacinas veterinárias.
Protecção social e combate à pobreza
Criação e implementação do Programa Kwenda, destinado ao apoio financeiro às famílias em situação de vulnerabilidade.
Implementação do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.
Implementação do PIIM — Plano Integrado de Intervenção nos Municípios, com projectos de estradas, escolas, hospitais, água e energia.
Pescas e aquicultura
Reforço da produção pesqueira nacional, que em 2024 atingiu cerca de 664 mil toneladas de pescado.
Expansão da aquicultura nacional, que atingiu cerca de 22 mil toneladas de produção em 2024.
Aumento da produção nacional de sal, que ultrapassou 284 mil toneladas em 2024, contribuindo para a auto-suficiência nacional.




