Luanda - O Executivo pretende reforçar o corpo docente e criar novos cursos, com dupla titulação, com apoio da Universidade Xiangtan da China, de modo a fortalecer as instituições de ensino superior e responder aos desafios de formação de quadros para a diversificação da economia nacional.
Luanda - O Executivo pretende reforçar o corpo docente e criar novos cursos, com dupla titulação, com apoio da Universidade Xiangtan da China, de modo a fortalecer as instituições de ensino superior e responder aos desafios de formação de quadros para a diversificação da economia nacional.
Segundo uma nota de imprensa do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, enviada esta terça-feira à ANGOP, a intenção foi manifestada pelo titular da pasta, Albano Ferreira, no final de uma audiência concedida à delegação da Universidade Xiangtan, que se encontra em Angola para apresentar oportunidades de formação e mobilidade académica.
O documento acrescenta que, na ocasião, o ministro também defendeu um intercâmbio entre a universidade Xiangtan e instituições angolanas de ensino superior, como as universidades Agostinho Neto e de Luanda e o Instituto Politécnico, tendo em conta a experiência da instituição chinesa nas áreas das ciências, tecnologias, engenharias e matemática.
A proposta, disse o ministro, enquadra-se nos desafios do Programa Angola Capital Humano, que prevê a formação de quadros para apoiar o processo de diversificação da economia, com prioridade para áreas científicas e tecnológicas estratégicas.
A cooperação poderá, igualmente, contribuir para ampliar a capacidade das instituições nacionais de ensino superior, através da mobilidade académica, partilha de conhecimentos e desenvolvimento de programas de formação em áreas prioritárias para o país.
Sublinha que no âmbito da visita da delegação chinesa, acontece quarta-feira (23), na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, em Luanda, uma conferência para analisar “A Experiência das Universidades Chinesas, como transformar conhecimento em desenvolvimento dos países” e “O papel do Direito na protecção dos investimentos China-Angola”.
Conforme a nota o referido evento constitui uma oportunidade para estudantes, docentes e investigadores conhecerem novas perspectivas que possam contribuir para a criação de novos produtos e serviços.AB/ASS




