EPAL diz estar no encalço dos responsáveis pelo garimpo de água em Luanda

A prática de garimpo de água em várias zonas da província de Luanda está a deixar diversas famílias da capital angolana agastada com a situação.
Os moradores denunciam a exploração desordenada do precioso líquido, que tem provocado escassez e conflitos nas comunidades, e apelam a uma maior fiscalização por parte da EPAL e da Polícia Nacional.
O porta-voz da Empresa Pública de Águas de Luanda-EPAL, Vladimir Bernardo, disse à imprensa, que a instituição responsável pelo abastecimento de água potável na capital do país desactivou quatro ligações clandestinas em residências localizadas no município do Talatona.
O responsável assegurou que haverá um reforço significativo nas medidas de fiscalização, destacando que o objectivo principal é desencorajar os cidadãos que insistem na prática dessas acções irregulares.
Vladimir assegurou, por outro lado, que as autoridades continuarão a intensificar o controlo no terreno, de modo a garantir o cumprimento da lei e a preservação da ordem pública.


