Especialista alerta para elevada taxa de gravidez precoce em Angola

O analista político Almeida Pinto considerou, durante o programa Tribuna Livre, da Rádio Correio da Kianda, que a problemática da gravidez precoce em Angola é uma consequência do desconhecimento das matérias sobre sexualidade, bem como da influência dos factores socioeconómicos.
O especialista reagiu ao anúncio feito, na semana passada, pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, a dar conta que, em Angola, 27% das raparigas entre 15 e 19 anos já tiveram a primeira gravidez, enquanto 23% das meninas constituem família antes dos 18 anos de idade.
Por conta disso, Almeida Pinto lançou o repto às famílias e instituições vocacionadas a instrução dos adolescentes e jovem para que se promovam acções de maior diálogo sobre a sexualidade.
Almeida Pinto entende que as instituições, sobretudo públicas, devem pautar pelo rigor no cumprimento das regras de apresentação e vestimenta, por formas a desincentivar o uso de roupas incidentes que promovam a sexualidade no seio dos adolescentes, reafirmando assim aquela que deveria ser a posição do Executivo.



