Mbanza Kongo - Os habitantes do município fronteiriço do Luvo, província do Zaire, mostraram-se, quinta-feira, satisfeitos com a reabertura do Centro de Saúde local, que ficou seis meses inoperante por obras de reabilitação e ampliação.
Mbanza Kongo - Os habitantes do município fronteiriço do Luvo, província do Zaire, mostraram-se, quinta-feira, satisfeitos com a reabertura do Centro de Saúde local, que ficou seis meses inoperante por obras de reabilitação e ampliação.
Em declarações à ANGOP, afirmaram que a reabertura da referida unidade sanitária constitui um alívio, pois deixam de percorrer cerca de 60 quilómetros até à cidade de Mbanza Kongo, capital da província, em busca de assistência médica e medicamentosa.
O regedor da sede municipal do Luvo, Manuel Mendes da Cunha, enalteceu os esforços da Administração Municipal do Luvo, que em curto espaço de tempo voltou a colocar à disposição da população os serviços de saúde.
“Acabou o sofrimento da população do Luvo que era obrigada a percorrer quilómetros para ter acesso aos serviços hospitalares”, disse.
Para o habitante José André Jacinto, durante os seis meses de inoperância do centro de saúde, a população do Luvo recorria também à vizinha RDC para o tratamento com custos incalculáveis.
“Foi um momento difícil, pois exigia valores monetários para se deslocar a Mbanza Kongo ou à RDC, para o tratamento”, lembrou, tendo apelado à população para a conservação da aludida infra-estrutura sanitária.
Orçado em 51 milhões de kwanzas, o novo Centro de Saúde do Luvo, agora com 27 camas, contra as 23 anteriores, foi reabilitado e ampliado no âmbito do Programa de Combate à Pobreza.
Presta serviços nas áreas de análises clínicas, consultas pré-natais, Programa Alargado de Vacinação (PAV), medicina pediatria, banco de urgência e maternidade. DA/JL




