Ndalatando - O linguista e historiador angolano, Sebastião Cristóvão, instou, esta terça-feira, em Ndalatando (Cuanza-Norte), à juventude a encarar a aposta na formação académica como principal legado de Agostinho Neto, para participação activa no desenvolvimento e prosperidade da nação.
Ndalatando - O linguista e historiador angolano, Sebastião Cristóvão, instou, esta terça-feira, em Ndalatando (Cuanza-Norte), à juventude a encarar a aposta na formação académica como principal legado de Agostinho Neto, para participação activa no desenvolvimento e prosperidade da nação.
Ao intervir na palestra sobre “A vida e obra de António Agostinho Neto”, enquadrada nas comemorações do 17 de Setembro (Dia do Heroi Nacional), Sebastião Cristóvão destacou a ampla visão social e patriótica do primeiro presidente de Angola que demostrou sempre patriotismo abnegado, que culminou com a Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.
Instou os jovens a seguirem os passos do Fundador da Nação Angolana, priorizando a aposta nos estudos, que considerou ser a principal via para afirmação na sociedade e contribuição plena no processo de desenvolvimento do país.
Apontou Agostinho Neto como uma inspiração para a juventude, que apesar das privações a que esteve sujeito, dedicou uma atenção especial aos estudos, contribuindo para que a sua influência política e intelectual estimulasse demais angolanos pela liberdade de Angola do jugo colonial.
Por seu turno, o coordenador do Comité de Especialidade de Professores, Técnicos da Educação e do Ensino Superior, José Mateus, esclareceu que o encontro visou reflectir e eternizar a memória do Primeiro Presidente de Angola.
Justificou que a promoção da actividade, pelo comité, representa o reconhecimento da dedicação de António Agostinho Neto às causas sociais e à promoção da dignidade do povo angolano, sendo uma inspiração permanente para as novas gerações.
O encontro abordou “A dimensão histórica, política, académica, poética e cultural de António Agostinho Neto”, nascido a 17 de Setembro de 1922, na localidade de Caxicane, província do Icolo e Bengo. Contou com a participação de estudantes, representantes de organizações e associações juvenis.
LJ/IMA




