INAMET reforçado com USD 250 mil doados pela Coreia

O Ministério das Telecomunicações Tecnologia de Informação e Comunicação Social recebeu 250 mil dólares de doação para o reforço e ampliação da rede sísmica de Angola, no Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET).
Trata-se de um projecto enquadrado no Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, que de acordo com o INAMET já permitiu a instalação de sete estações sísmicas de ultima geração.
Nesta perspectiva, o governo angolano, através do MINTTICS, firmou uma parceria estratégica com a embaixada da Coreia, da qual resultou a doação de 250 mil dólares americanos para a instalação de quatro novas estações sísmicas nas províncias de Benguela, Huíla, Namibe e Cunene, com o objectivo de reforçar e ampliação a capacidade nacional de monitorização e dar resposta aos eventos sísmicos no país.
Com esta doação, cujo acto de entrega ocorreu na última sexta-feira, Angola passa a contar com sete estações, todas equipadas com tecnologia de última geração, instaladas nas províncias de Lunda Norte, Malanje, Bengo, Cuanza Sul, Huambo, Huíla e Moxico.
O ministro das Telecomunicações Tecnologia de Informação e Comunicação Social, Mário Augusto de Oliveira, recebeu a doação do valor das mãos do Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República da Coreia em Angola, Kwanjin Choi e foi testemunhado pelo director Geral do INAMET, João Maria de Sousa Afonso, é por funcionários da Embaixada da República da Coreia e do INAMET.
Durante a sua intervenção, o Ministro Mário Augusto de Oliveira anunciou para breve a implementação de mais 10 estações sísmicas.
Tendo em conta o facto de o número de estações sísmicas estar ainda abaixo do recomendável para uma cobertura ideal no país, “o Governo de Angola, por meio do MINTTICS, implementará, brevemente, a segunda fase do Projecto de Modernização do INAMET, que contemplará a instalação de mais 10 estações sísmicas, garantindo assim a cobertura total do país, fundamental para a garantia da segurança das populações e das infraestruturas críticas, bem como para o avanço dos estudos científicos nos domínios da geologia e da geofísica, que impactam significativamente sectores socioeconómicos estratégicos, com destaque para a construção, a energia e a exploração mineira”, disse.



