Luanda volta a ter gás de cozinha após semanas de filas e preços abusivos

Após vários dias de escassez e com o valor do produto a rondar os 5.000 kwanzas, os postos de venda e os mercados informais registam, agora, a procura normal do produto.
Nos últimos dias, a população procurou pelo gás de cozinha como se fosse “ouro”, apesar de em algum momento a Sonangol Gás e Energias Renováveis (SonaGás) ter afirmado que não havia qualquer problema com o fornecimento de gás no país.
Em diversos pontos da província, o gás passou a ser comercializado a 5.000 kwanzas. Mesmo após o pronunciamento da entidade responsável, o produto continuou difícil de adquirir nos postos de venda formais e informais, que registavam enchentes consideráveis.
Este facto obrigou a Sonangol Gás e Energias Renováveis a introduzir esta semana 55 mil botijas no mercado, de acordo noticiou no dia 11, o Novo Jornal.
No 10 de Agosto, o presidente da comissão executiva (PCE) da Sonagás, Manuel Barros, disse haver stock suficiente de gás para abastecer todo o país, afirmando que a situação de escassez que se registou nos últimos dias deveu-se à prevenção das manifestações que se registaram.



