Mais de 7.800 efectivos da Polícia Nacional têm actualmente a situação pendente na Caixa de Protecção Social do Ministério do Interior, devido, entre outros factores, à falta de actualização de dados.
Os dados foram apresentados pela directora-geral da Caixa de Protecção Social do MININT, comissário Sandra Paiva, durante um encontro com associados realizado no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais “Osvaldo de Serra Van-Dúnem”, em Luanda.
De acordo com a responsável, a instituição controla actualmente 119.348 efectivos da Polícia Nacional, dos quais 111.503 estão inscritos no Sistema Integrado de Gestão Social.
Os restantes 7.844 efectivos têm a situação pendente, situação que, segundo Sandra Paiva, está relacionada com a falta de actualização de dados e outras condicionantes administrativas.
A responsável apelou aos efectivos para acompanharem os seus processos junto do Departamento de Pessoal e Quadros, DPQ, e manterem actualizadas as informações pessoais e profissionais.
Entre os dados que devem ser actualizados estão o estado civil, promoções, nascimento de filhos e documentos pessoais. Sandra Paiva alerta que a falta dessas informações pode dificultar ou atrasar o andamento dos processos.
O apelo foi feito no âmbito das actividades que assinalam o 18.º aniversário da Caixa de Protecção Social do Ministério do Interior, que aproveitou o encontro para esclarecer os associados sobre diferentes procedimentos relacionados com a protecção social.
A transição para a reforma no Ministério do Interior foi igualmente abordada, com a instituição a defender que o processo deve ocorrer de forma segura, digna e sustentável para os efectivos.
A Caixa de Protecção Social pretende, com a actualização dos dados, reduzir as pendências e facilitar o tratamento dos processos dos efectivos abrangidos pelo sistema de protecção social do MININT.




