Ondjiva - O médico interno do Hospital Geral do Cunene “General Simione Mucune”, Moisés Chivela, recomendou esta quarta-feira, as famílias com idosos e pessoas dependente de drogas, sintomas de esquecimento e agressividade, a procurarem um especialista para o diagnóstico de possíveis casos do Alzheimer.
Ondjiva - O médico interno do Hospital Geral do Cunene “General Simione Mucune”, Moisés Chivela, recomendou esta quarta-feira, as famílias com idosos e pessoas dependente de drogas, sintomas de esquecimento e agressividade, a procurarem um especialista para o diagnóstico de possíveis casos do Alzheimer.
Em declaração à ANGOP, por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, assinalado a 21 de Setembro, o especialista disse tratar-se de uma doença neurodegenerativa progressiva que afecta maioritariamente pessoas de 70 anos de idade em diante.
Esclareceu que Alzheimer não dispõe de tratamento específico, sublinhando que a mesma desenvolve-se em três fases, sendo a inicial onde o paciente apresenta um o quadro clínico de esquecimento, linguagem distorcida, ansiedade e episódio de agressividade.
Indicou ainda a fase de aceleração, também considerada de progressão, onde o doente apresenta alterações psiquiátricas como psicoses e esquizofrenia, enquanto na terminal o paciente perde a actividade motora.
Disse existir excepções de pessoas com predisposição genética e outros factores de riscos como a dependência de álcool e de drogas ilícitas, que podem desenvolver este tipo de doença na idade média ou jovem.
“Pessoas que consomem o álcool de forma excessiva ou ingerem drogas ilícitas e que apresentam um quadro clínico de esquecimento e agitação psicomotora é um indício para fase inicial da Alzheiner”, enfatizou.
Referiu que a patologia pode ser identificada pelo quadro clínico do paciente, bem como do diagnóstico imagiológico, mediante a tomografia ou ressonância para detectar as características do cérebro.
O Dia Mundial do Alzheimer é celebrado anualmente a 21 de Setembro, para consciencializar a informar a população sobre esta doença condição degenerativa.
A doença recebeu o nome do médico alemão Alois Alzheimer, que descreveu em 1906, o caso de uma paciente com perda progressiva de memória e alterações congnitiva.FI/LHE/ASS




