Luanda - O "Prémio de Melhor Twinning Program de 2025" atribuído, pela Federação Mundial de Hemofilia, ao Instituto Hematológico Pediátrico Victória do Espírito Santo e ao Hemocentro Unicamp-Campinas foi entregue quinta-feira, em Luanda, à ministra Sílvia Lutucuta.
Luanda - O "Prémio de Melhor Twinning Program de 2025" atribuído, pela Federação Mundial de Hemofilia, ao Instituto Hematológico Pediátrico Victória do Espírito Santo e ao Hemocentro Unicamp-Campinas foi entregue quinta-feira, em Luanda, à ministra Sílvia Lutucuta.
A distinção reconhece os resultados alcançados no fortalecimento da assistência aos doentes com hemofilia, na formação especializada dos profissionais de saúde e na transferência de conhecimento entre Angola e Brasil.
A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que afecta a coagulação do sangue e ocorre por deficiência ou alteração de proteínas, fazendo com que o paciente sangre por muito mais tempo após cortes, traumas ou cirurgias.
Uma nota de imprensa, enviada à ANGOP, pelo Ministério da Saúde, refere que o reconhecimento internacional constitui, igualmente, uma valorização do trabalho desenvolvido por profissionais angolanos e brasileiros.
Explica que a distinção demonstra o impacto que a cooperação técnica pode produzir no desenvolvimento de competências e na melhoria da qualidade dos cuidados de saúde.
Na audiência que a ministra concedeu a uma delegação do Hemocentro Unicamp, de Campinas, Sílvia Lutucuta, continua, destacou a importância da parceria entre Angola e o Brasil.
Citada na nota, sublinhou que o reconhecimento da federação representa a confirmação que o país está no caminho certo, porque a cooperação técnica assente na formação e na transferência de conhecimento produz resultados concretos para os doentes.
Durante o encontro foi ainda abordado o procedimento de eritrocitaférese, feito pela primeira vez no país, no âmbito do II Workshop Internacional sobre Hemofilia, realizado de 17 a 20 deste mês, em Luanda, marcando um novo avanço na assistência especializada às doenças hematológicas no país.
O referido seminário reuniu 116 participantes, provenientes de Angola, Brasil, Moçambique e Cabo Verde, além de profissionais de várias unidades sanitárias das províncias de Luanda, Bengo, Icolo e Bengo, Huíla, Huambo, Benguela, Cabinda, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Bié, Cunene e Moxico. VIC




