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O MINSA não avançou números, mas assegura que serão recrutados aqueles que possuem elevada experiência nas áreas de medicina, enfermagem, diagnóstico e terapêutica, gestão hospitalar e outras ciências da saúde e ensino.
Segundo o MINSA, a medida visa colmatar a necessidade de profissionais qualificados e reforçar a qualidade do ensino prático nas unidades hospitalares, centros de formação e instituições de ensino de ciências da saúde.
Isto, porque estes profissionais, apesar de já estarem na reforma, mantêm um vasto conhecimento acumulado ao longo de anos de serviço, que não pode ser desperdiçado.
Para o ministério, estes especialistas, com larga experiência profissional, poderão apoiar a formação, mentoria, supervisão técnica e organização dos serviços nas unidades sanitárias do País.
Segundo o secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto, a iniciativa surge num contexto de expansão e modernização da rede sanitária nacional e de crescente necessidade de profissionais qualificados para assegurar o funcionamento e a qualidade dos novos serviços.
O MINSA assegura que os quadros reformados poderão actuar como formadores, mentores, tutores e supervisores técnicos, acompanhando profissionais que ingressam ou consolidam a sua actividade nas unidades sanitárias do País.
A sua colaboração poderá abranger a organização dos serviços, a implementação de protocolos clínicos, a supervisão de procedimentos médicos e técnicos, a formação prática das equipas e o acompanhamento de áreas de maior complexidade.
O Novo Jornal soube que os profissionais a serem recrutados serão aqueles que, durante muito tempo, exerceram actividades em unidades de saúde, quer públicas quer privadas, incluindo profissionais do sector militar.



