Lubango - O Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos de Angola (ORMED) reafirmou, esta sexta-feira, o compromisso com a melçhoria do atendimento à população, através do diálogo, da valorização dos profissionais e capacitação permanente.
Lubango - O Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos de Angola (ORMED) reafirmou, esta sexta-feira, o compromisso com a melçhoria do atendimento à população, através do diálogo, da valorização dos profissionais e capacitação permanente.
O desafio foi reassumido pleo presidente do Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos de Angola, António Francisco Pascoal, durante a abertura da primeira reunião regional do órgão, que decorre na cidade do Lubango, com a participação de 50 profissionais.
Realçou a necessidade de uma classe médica mais comprometida com a profissão, com os doentes e com a melhoria dos serviços de saúde, por via do importância do diálogo, da colaboração e do rigor profissional.
Considerou a primeira reunião regional um marco para a consolidação do recém-eleito Conselho Regional Sul, cuja missão passa pela defesa da dignidade da profissão, promoção do exercício responsável da medicina e representação das preocupações dos médicos.
Referiu que o processo eleitoral da Ordem dos Médicos de Angola, concluído a 14 de Agosto de 2026, permitiu a eleição das direcções dos colégios de especialidade, dos presidentes dos conselhos provinciais e dos conselhos regionais, depois da eleição da bastonária, Jovita André.
Afirmou que o processo eleitoral, que durou 12 meses, demonstrou a maturidade da classe médica e o compromisso dos profissionais com o desenvolvimento da medicina no país.
Referiu que a realidade da medicina na região Sul exige diálogo permanente, espírito de colaboração, rigor profissional e capacidade de encontrar soluções ajustadas às necessidades dos médicos e da população.
O Conselho Regional Sul acompanha 200 médicos internos em processos de formação nas diversas especialidades e unidades hospitalares da região, número considerado importante activo para o desenvolvimento do sector.
Apesar deste potencial, o responsável apontou a fraca interacção entre os médicos internos como uma das fragilidades que requer maior atenção.
Para responder ao desafio, anunciou a realização do primeiro encontro regional do médico interno, que deverá constituir um espaço de partilha, diálogo e troca de experiências entre os profissionais em formação.
Orientou os Conselhos Provinciais a promoverem iniciativas semelhantes, com vista à participação de representantes dos médicos internos de cada província nas próximas reuniões ordinárias do Conselho Regional Sul.
Disse que o Conselho Regional Sul pretende, também, incentivar o surgimento e a consolidação de lideranças nas diferentes especialidades médicas, com destaque para a ginecologia e obstetrícia, medicina geral e familiar, cirurgia e cuidados intensivos.
Defendeu a necessidade de a região contar com referências profissionais nas diferentes áreas de especialidade, independentemente das lideranças dos respectivos colégios a nível nacional.
Augurou que o Conselho Regional Sul seja marcado pelo espírito de missão, respeito institucional, responsabilidade, coesão, transparência e aprofundamento do diálogo, com capacidade de transformar preocupações em propostas e propostas em resultados.
A primeira reunião regional constitui uma oportunidade para definir prioridades, formas de trabalho e uma visão comum para o desenvolvimento da medicina na região Sul, tendo em conta os investimentos em curso no sector da saúde e os desafios que ainda persistem.
O encontro junta médicos das províncias do Cuando, Cubango, Namibe, Cunene e Huíla, além de representantes de instituições religiosas, directores de hospitais, clínicas privadas e profissionais de enfermagem. JT/ALH




