O país possui 18 centralidades, disponibilizando 40.419 blocos habitacionais que beneficiaram directamente a 2.424.514 cidadãos, informou, esta quinta-feira, o Chefe de Estado angolano.
No seu discurso sobre o Estado da Nação nos últimos nove anos, João Lourenço destacou a inauguração, mais recentemente, da centralidade Teresa Afonso, na província do Bengo, com 486 unidades, a centralidade Santana André Pitra Petrófe, na província de Cabinda, com 470 unidades, centralidade General Sanches, ainda, na província da Lunda Sul, com 212 unidades, e a centralidade Alberto António Teta Lando, na província do Zaire, com 200 unidades.
Destacou, ainda, as quatro urbanizações que acrescentaram 2.098 habitações nas províncias de Luanda, Bié, Malanje e Moxico.
O Presidente da República sublinhou que essas unidades habitacionais contribuíram para a redução do défice habitacional, para a melhoria das condições de habitabilidade das famílias e para a promoção de um crescimento urbano mais ordenado, inclusivo e sustentável.
Explicou que estão em construção cerca de 6.500 unidades habitacionais nas províncias de Cuando, Cabinda, Cuanza-Norte, Cubano, Huambo e Malaje.
Quanto ao Plano Director, foram aprovados 28 planos directores municipais, estando outros em execução. Foi lançado o programa Minha Terra em sete províncias, com a emissão de 1.024 títulos e disponibilizados 370 mil lotes para a autoconstrução dirigida, permitindo que muitas famílias possam construir as suas casas em áreas ordenadas, seguras e enquadradas nos instrumentos de planeamento territorial.
Destacou, igualmente, os avanços alcançados na modernização das infra-estruturas urbanas, com a conclusão de projectos estruturados em várias províncias, incluindo a conclusão da primeira fase das infra-estruturas integradas no Caxito, a execução das infra-estruturas integradas no Lubango, província da Huíla, Malange, cidade do Nzento, na província do Zaire, Luanda, entre outros.




