Sumbe – Seis cidadãos nacionais foram detidos, esta terça-feira, no Cuanza-Sul, por alegado envolvimento numa acção criminosa contra um português de nacionalidade, no município da Gangula, onde tentaram apoderar-se da sua viatura.
Sumbe – Seis cidadãos nacionais foram detidos, esta terça-feira, no Cuanza-Sul, por alegado envolvimento numa acção criminosa contra um português de nacionalidade, no município da Gangula, onde tentaram apoderar-se da sua viatura.
Em declarações à imprensa, o porta-voz do Comando Provincial da Polícia Nacional no Cuanza-Sul, superintendente-chefe Mário Lino de Sousa, disse que os suspeitos têm idades entre 27 e 40 anos.
Segundo o responsável, o crime ocorreu a 13 de Junho, no interior das instalações do Instituto Nacional de Petróleos, no município da Gangula, onde os suspeitos terão tentado levar a viatura pertencente ao cidadão português.
Mário Lino de Sousa referiu, também, um caso de roubo qualificado, com recurso a arma de fogo, ocorrido num estaleiro da empresa chinesa Check, de onde foram subtraídos um milhão e 700 mil kwanzas, para além de tapetes e almofadas.
No município da Boa-Entrada, a Polícia Nacional esclareceu um assalto a um posto de abastecimento de combustível, onde funcionários foram surpreendidos por indivíduos armados, que terão levado um milhão e 400 mil kwanzas.
As autoridades esclareceram ainda vários crimes de roubo e furto de motorizadas, alguns dos quais com recurso a armas de fogo, nos municípios do Sumbe, Gangula, Seles e Gabela.
De acordo com o porta-voz policial, os veículos eram posteriormente utilizados pelos suspeitos para a prática de outros crimes.
No Sumbe, foi igualmente esclarecido um caso de roubo por esticão, ocorrido no mercado da Feira, onde uma vendedora ambulante foi surpreendida por indivíduos que lhe subtraíram 150 mil kwanzas. Deste montante, foram recuperados 111 mil kwanzas.
Durante a operação, foram recuperadas oito motorizadas de marcas diversas, incluindo uma de três rodas, duas esteiras plásticas e duas almofadas. Os bens terão sido subtraídos com recurso a armas de fogo, armas brancas e ameaças de morte.
Mário Lino de Sousa disse que o grupo terá desenvolvido a sua actividade criminosa desde Janeiro deste ano até à presente data.
O responsável considerou estável a situação operativa da segurança pública e delituosa na província e informou que prosseguem as diligências para localizar e deter outros alegados integrantes da rede criminosa. SN/FF/ALH




