Calumbo - Nove cidadãos com idades entre 22 e 42 anos estão detidos no município do Calumbo, província do Icolo e Bengo, acusados pela Polícia de serem supostos autores de vários crimes, informou essa segunda-feira, o porta-voz da corporação, Euler Matari.
Calumbo - Nove cidadãos com idades entre 22 e 42 anos estão detidos no município do Calumbo, província do Icolo e Bengo, acusados pela Polícia de serem supostos autores de vários crimes, informou essa segunda-feira, o porta-voz da corporação, Euler Matari.
Entre os crimes perpetrados, constam o roubo com recurso a arma de fogo, vandalização de bens públicos e particulares, assim como a venda de liamba, feita por uma senhora no interior da Zona Económica Especial (ZEE).
Em entrevista à imprensa, o oficial destacou o roubo de uma motorizada na província do Bengo, propriamente no município de Caxito, e comercializada na província do Icolo e Bengo, no município de Calumbo, no bairro Quitondo.
De acordo com o polícia, as detenções foram feitas em coordenação entre o Serviço de Investigação Criminal e as forças da ordem pública do município de Calumbo, no decorrer de uma operação denominada "Zona Económica Especial Segura".
"A nível do Icolo e Bengo, nós temos estado a nos desdobrar com algumas operações no sentido de garantir segurança aos cidadãos, aos munícipes e também, naturalmente, àqueles cidadãos que trabalham nessa província, concretamente na Zona Económica Especial", disse.
Fez saber que um dos detidos é da República Democrática do Congo e era proprietário de uma casa de pesagem que recebia materiais ferrosos provenientes da vandalização do muro de vedação da Zona Económica Especial.
Esclareceu que a vendedora de liamba na ZEE, entrava dissimulada de funcionária de uma das fábricas e comercializava o estupefaciente nesta circunscrição.
Entretanto, o oficial fez saber que os cidadãos serão presentes hoje ao Ministério Público.
Na ocasião apelou mais uma vez aos cidadãos do bairro Quitondo, no sentido de não vandalizarem o muro de vedação da ZEE, que é uma zona de segurança, um objetivo estratégico que deve ser protegido por todos.
"Quem insistir em vandalisar ou invadir a ZEE a Polícia vai impor a sua autoridade sobre si", advertiu.
Por fim, Euler Matari apelou aos cidadãos que funcionam no interior da Zona Económica Especial, no sentido de cada vez mais colaborarem com as autoridades policiais para a salvaguarda do bem comum, que é a segurança pública, tanto das empresas quanto dos cidadãos afetos as empresas locais. AJQ




