Cahama – Noventa e sete das 100 cabeças de gado bovino furtadas na povoação de Okavalawa, município da Cahama, foram restituídas, este sábado, ao legítimo proprietário pela Polícia Nacional na província do Cunene.
Cahama – Noventa e sete das 100 cabeças de gado bovino furtadas na povoação de Okavalawa, município da Cahama, foram restituídas, este sábado, ao legítimo proprietário pela Polícia Nacional na província do Cunene.
O porta-voz da Polícia Nacional no Cunene, Lino Chipalanga, informou que os implicados continuam foragidos, mas as investigações, que envolvem a Polícia Nacional, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) e a população, prosseguem com o objectivo de localizar e deter os suspeitos, bem como recuperar os três bovinos ainda em falta.
“Okavalawa é uma zona propensa a crimes de furto e roubo de gado, mas, através das investigações realizadas, foi possível determinar a origem dos autores e a sua localização”, informou.
O porta-voz explicou que os animais tinham como destino a localidade de Kandjulo, situada a cerca de um quilómetro da jurisdição da província do Namibe, onde, segundo as investigações, estarão concentrados indivíduos que se dedicam à prática de furto e roubo de gado.
Lino Chipalanga garantiu que as acções de combate ao furto e roubo de gado vão continuar, com o propósito de proteger este importante activo económico da região, tendo apelado à população para reforçar a vigilância e efectuar denúncias atempadas.
Por sua vez, o proprietário dos animais, Pimpão Abel, enalteceu a pronta intervenção das forças de segurança na recuperação do gado, referindo que os indivíduos envolvidos nestas práticas actuam frequentemente armados, situação que, segundo afirmou, tem provocado medo entre as populações.
Pimpão Abel salientou que o gado constitui a principal fonte de sustento de muitas famílias na região, acrescentando que as 100 cabeças furtadas pertenciam ao seu único curral.
Dados do Governo da província do Cunene apontam para a existência de cerca de 1,1 milhões de cabeças de gado, das quais 78 por cento estão na posse de criadores tradicionais. PEM/LHE/GIZ




