PR cria uma Comissão para organizar as exéquias de Nandó

O Chefe de Estado, João Lourenço, exarou, na quinta-feira(18), um despacho a determinar a criação de uma Comissão encarregue de organizar as exéquias de Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó”, antigo Vice-Presidente da República, Primeiro-Ministro e presidente da Assembleia Nacional, vítima de doença súbita.
No Despacho, o Presidente da República refere que a Comissão encarregue de organizar as exéquias é coordenada pelo Ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca.
A mesma Comissão, criada para organizar o funeral de Estado de Fernando da Piedade Dias dos Santos, é integrada, ainda, pela ministra de Estado para a Área Social, Maria do Rosário Bragança.
Também fazem parte da Comissão os ministros da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, do Interior, da Administração do Território, das Relações Exteriores, da da Justiça e dos Direitos Humanos, das Finanças, da Saúde, das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, bem como o secretário-geral do Presidente da República e o governador da Província de Luanda.
Os titulares dos Departamentos Ministeriais indicados, acrescenta o Despacho Presidencial, devem indicar os seus representantes ao coordenador, para o cumprimento da missão da Comissão.
A Comissão criada, lê-se ainda no documento, deve elaborar o programa das exéquias e criar todas as condições necessárias para a organização do funeral, sublinhando que as dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do Despacho Presidencial, com entrada em vigor a partir de hoje, são resolvidas pelo Presidente da República.
O Executivo angolano destacou, ontem, com maior respeito e consideração, a figura de Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó”, falecido nesta quinta-feira (18), como nacionalista e pela sua dimensão de homem de Estado.
Em comunicado, o Executivo lembra que o malogrado serviu o país como ministro do Interior, Primeiro-Ministro, Vice-Presidente da República, presidente da Assembleia Nacional, entre outros cargos.
Pelo nefasto acontecimento, lê-se no mesmo documento, o Executivo da República de Angola apresenta à família do malogrado as mais profundas condolências.



