Os preços dos materiais escolares voltaram a subir na véspera do ano lectivo 2026/27. No município do Soyo, província do Zaire, como constatou a reportagem do Jornal de Angola, as livrarias desapareceram.
Os encarregados de educação para comprarem os materiais escolares exigidos, como cadernos (grandes, médios e pequenos), lápis, lapiseiras, lápis de cores, borrachas e livros têm que recorrer aos mercados informais e formais.
Na ronda efectuada no mercado informal da Kitona, Kungue Yenguele e da antiga paragem de Luanda, encontrou o caderno grande a ser vendido uma unidade a três mil kwanzas, o médio a 2.700 e o pequeno a 2.000 Kwanzas.O livro de Língua Portuguesa está a custar 4.000 kwanzas, enquanto o de Matemática 2.000 Kwanzas.




