Benguela – Cerca de 200 casas sociais para as vítimas das cheias do rio Cavaco poderão estar concluídas, até Dezembro deste ano, anunciou, esta quinta-feira, o director nacional de Gestão Fundiária e Habitação, Amílcar Lutucuta.
Benguela – Cerca de 200 casas sociais para as vítimas das cheias do rio Cavaco poderão estar concluídas, até Dezembro deste ano, anunciou, esta quinta-feira, o director nacional de Gestão Fundiária e Habitação, Amílcar Lutucuta.
O responsável fez esta revelação à ANGOP, durante uma visita ao bairro da Graça, local onde estão a ser construídas as moradias para acolher os sinistrados de 12 de Abril deste ano.
Amílcar Lutucuta informou que o projecto prevê a construção de 1.517 unidades habitacionais acompanhadas de equipamentos sociais, como redes de energia e água, iluminação pública, passeios e uma unidade de bombeiros.
“Neste momento, as primeiras unidades estão a ser erguidas e o trabalho anda à volta dos quatro por cento de execução física”, afirmou.
O director reconheceu, no entanto, a existência de atrasos na execução das obras, associados ao incumprimento de alguns autos de medição por parte do Executivo.
Apesar dos constrangimentos, cerca de 250 trabalhadores estão mobilizados para a execução do projecto, acrescentou.
A frente de trabalho com maior ritmo de execução corresponde à construção de 250 casas sociais, numa área de 10 hectares, com prazo inicial de 18 meses e orçamento de 12.412.430.680 Kwanzas.
Numa outra área, com 44 hectares, estão previstas 225 casas, com prazo de execução de oito meses e orçamento de Kz 11.171.187.612.
O lançamento da primeira pedra para a construção das casas destinadas às vítimas das cheias do rio Cavaco ocorreu a 19 de Junho de 2026.
A cheias do rio Cavaco deixaram um rasto de destruíção de centenas de moradias, dezenas de mortes, inundações de várias ruas e prejuízos significativos aos sectores agrícola e empresarial.
A cidade de Benguela acolheu esta quinta-feira a reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, orientada pelo seu coordenador e ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, João Ernesto dos Santos “Liberdade”.
O ponto de situação sobre os sinistrados do rio Cavaco e a análise de medidas de prevenção de catástrofes na presente época chuvosa dominaram os trabalhos. TC/CRB




