Luanda - As reuniões entre o Governo e o Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) para a progressão de carreira e a adequação da categoria ao perfil dominaram o noticiário social da semana finda da ANGOP.
Luanda - As reuniões entre o Governo e o Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) para a progressão de carreira e a adequação da categoria ao perfil dominaram o noticiário social da semana finda da ANGOP.
A classe havia anunciado uma paralisação das actividades, já suspensa.
Neste contexto, as aulas no ensino geral público e público-privado em Angola retomam-se segunda-feira (28), após o consenso entre as partes para a suspensão da greve.
O anúncio foi feito pela ministra da Educação, Erika de Carvalho Aires, no final do encontro entre as partes.
Segundo a governante, as partes apresentavam divergências nos pontos sobre a progressão de carreira e a adequação da categoria ao perfil académico dos professores.
"Hoje voltámos a encontrarmo-nos para fecharmos o caderno reivindicativo, assinarmos a acta e assim, então, fica o compromisso da suspensão da greve", afirmou.
Foi ainda destaque noticioso a informação do ministro do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Albano Ferreira, que defendeu maior alinhamento entre a formação ministrada pelas universidades às necessidades do mercado de trabalho, para se assegurar quadros de acordo com as necessidades reais do país.
Uma posição manifestada durante a apresentação dos estudos preliminares do Observatório de Desenvolvimento do Capital Humano de Angola, no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento do Capital Humano (PNDCH) 2023-2037.
Segundo o governante, o país precisa de dados sólidos que permitam responder a oito questões fundamentais do programa, nomeadamente que profissionais devem ser formados, com que objectivo, perfil e competências, onde, quando, em quanto tempo, em que quantidade, de que forma e a que custo.
Para Acção Social a importância informativa recaiu para o encontro entre Angola e Portugal, tendo a secretária de Estado para este sector no país, Dina Mayimona, reiterado a disponibilidade do Executivo em cooperar com Portugal na criação de políticas e processos de inclusão produtiva e social das famílias angolanas.
A responsável teceu tais considerações, no final da audiência concedida a uma delegação portuguesa chefiada pelo secretário de Estado Adjunto e do Trabalho, Adriano Rafael Moreira.
O encontro esteve inserido no âmbito do reforço das relações de cooperação entre os dois países e visou analisar matérias no domínio da acção social, bem como serviu para partilha de experiências e boas práticas neste segmento.
No sector da Saúde, a ministra Sílvia Lutucuta, reafirmou o seu compromisso com a valorização, dignificação e reconhecimento dos trabalhadores do sector.
Numa mensagem no âmbito das celebrações do Dia do Trabalhador da Saúde a ministra destacou o papel dos profissionais que, diariamente, asseguram a promoção, prevenção, assistência e reabilitação da saúde das populações.
Reconhece a dedicação, a resiliência e o espírito humanista demonstrados pelos profissionais no exercício das suas funções.
Para o sector cultural a directora-geral do Serviço Nacional dos Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC), Teresa Cassola, reafirmou o compromisso do sector da Cultura com o fortalecimento e protecção dos direitos de autor, em conformidade com a lei, de modo a delimitar as responsabilidades entre as editoras e às entidades de gestão colectiva.
Segundo a responsável, que falava sobre a “Actuação das Entidades de Gestão Colectiva versus Editoras”, é necessário esclarecer que a cobrança, o licenciamento e a administração dos direitos cabem às entidades gestoras, como a União Nacional dos Artistas e Compositores – Sociedade de Autores (UNAC-SA) e a Sociedade Angolana de Direitos de Autor (SADIA).
De acordo com a directora-geral, é necessário criar espaços de diálogo que garantam segurança e certeza jurídica, de modo a esclarecer os direitos que recaem sobre as entidades de gestão colectiva e as editoras.DP




