Propriedade Intelectual discutida em Luanda

Luanda acolheu nesta quinta-feira, 25, a conferência sobre a Propriedade Intelectual, numa organização da Embaixada dos EUA em parceria com a Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP). Na ocasião, o encarregado de Negócios da Embaixada norte-americana, Noah Zaring, disse que o tema está no centro do desenvolvimento económico e da inovação.
Noah defendeu que a Propriedade Intelectual serve para atrair investimento e proporcionar empregos, não é apenas um factor comercial mas também elemento de segurança nacional.
Zaring, disse que Angola coloca-se na linha da frente sobre o futuro da economia, e citando as palavras do Presidente Donlad Trump, disse que “Os americanos sempre foram líder no domínio das tecnologias digitais e inteligências artificiais”. Pelo que que a presença de membros do Executivo no evento, é um forte sinal que Angola reconhece da propriedade intelectual.
Por seu turno, o Ministro da Cultura, Filipe Zau, assegurou que na era global do conhecimento a propriedade intelectual e a inovação são dois termos indissociáveis de uma mesma equação para o progresso. Filipe disse que a conferência foi um momento impar no fortalecimento da indústria cultural, assegurando os músicos e artistas e caiadores para serem compensados pelo que fazem.
O ministro, disse que o uso e aproveitamento do sistema de propriedade intelectual permanece um desafio, e existe para beneficiar o seu povo.
Embaixada dos EUA e Governo de Angola realizaram nesta quinta-feira em Luanda, a 5.ª Conferência Anual sobre Direitos de Propriedade Intelectual.
Os participantes, enalteceram a iniciativa que visou ampliar a sua rede de contactos, aprofundar conhecimentos e aprender estratégias para proteger e monetizar as suas criações, música, invenções e inovações.



