Restos mortais de Flávia Pereira repousam no Sant Ana

Os restos mortais de Flávia Pereira, de 37 anos — falecida no passado dia 9 do corrente mês após ser submetida a um procedimento estético de hidrolipo na Clínica Nice da Luz —, foram sepultados ontem no Cemitério da Sant’Ana, em Luanda, num ambiente de muita dor e consternação.
De acordo com a Rádio Luanda, familiares e amigos prestaram o último adeus à malograda, lamentando a morte prematura da jovem, que deixa viúvo e quatro filhos. Em declarações à Rádio Luanda, o esposo de Flávia Pereira contou que a mulher já pretendia fazer a cirurgia há bastante tempo. Estava animada por ter recebido referências positivas de pessoas que já tinham realizado o procedimento estético com sucesso. “Segundo a minha esposa, não seria uma cirurgia invasiva; no dia seguinte ela estaria bem e poderia retomar as suas actividades normais”, explicou o viúvo, com o semblante visivelmente consternado. No entanto, a cirurgia não correu como previsto. O estado de saúde da paciente agravou-se drasticamente, obrigando a uma transferência de emergência em estado de coma para a Clínica General Katondo, onde o óbito acabou por ser declarado no dia 9. Flávia Pereira residia em Portugal com a família e encontrava-se em Angola a passeio, altura em que decidiu realizar a intervenção estética. A hidrolipo é um procedimento minimamente invasivo utilizado para a remoção de gordura localizada em pequenas áreas do corpo, como o abdómen.


