Sociólogo pede mais clareza nas políticas de exploração de recursos para travar garimpo em Angola

O sociólogo Agostinho Paulo entende que o combate a exploração ilegal do ouro e outros recursos naturais do país, compreende o envolvimento de demais forças, além da policial.
A ideia surge no âmbito da detenção de mais de 300 cidadãos, suspeitos de envolvimento na extracção ilegal de ouro na província do Bengo, no âmbito da Operação Fio de Ouro II, que se encerra hoje. A PN avançou ainda que desactivou oito áreas de garimpo nos municípios de Nambuangongo e Ambriz.
Ao falar sobre o assunto, Agostinho Paulo engrandeceu o desempenho dos oficiais, contudo, considera necessário abranger a estratégia de combate.
O especialista fala, por exemplo, da “quase inexistência de políticas claras de exploração”, como factor que desincentiva a extracção legal de recursos em Angola.
“O que mais nos deixa preocupados é que não há políticas claras para exploração desses recursos”, disse.


