As autoridades sanitárias avançam com a vacinação contra a Mpox em Luanda, dando prioridade aos doentes e às pessoas que estiveram em contacto com casos suspeitos ou confirmados da doença.
A informação foi avançada esta quinta-feira, 17, pela coordenadora do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Felismina Neto, em declarações à Rádio Correio da Kianda. A estratégia pretende reforçar a resposta ao surto e reduzir o risco de novas cadeias de transmissão.
Segundo a responsável, os municípios de Kilamba Kiaxi, Samba, Mulenvos e Camama estão entre as áreas que registaram maior número de contactos relacionados com casos suspeitos ou activos de Mpox.
A vacinação integra as medidas de contenção adoptadas pelas autoridades sanitárias e está direccionada, nesta fase, para os grupos considerados prioritários, particularmente pessoas que tiveram contacto directo com infectados.
Dados divulgados pelas autoridades de saúde indicam que Angola enfrenta actualmente uma circulação activa da Mpox. O Ministério da Saúde tem reforçado a vigilância epidemiológica, a detecção precoce, o diagnóstico e as medidas de prevenção e controlo da doença.
Luanda contabiliza, segundo os dados apresentados pela coordenadora do PAV, 13 casos de Mpox, dos quais quatro permanecem activos e estão a ser acompanhados no Centro Especializado de Tratamento de Endemias e Pandemias (CETEP).
A vacinação surge, assim, como uma das medidas de resposta para proteger as pessoas com maior exposição e contribuir para interromper a transmissão da doença na capital.




