Vandalismo na Matala ameaça suspender comboio expresso do CFM

A Direcção do Caminho-de-Ferro de Moçâmedes (CFM), admite a possibilidade de suspender o comboio expresso que liga as províncias do Namibe, Huíla e Cubango, devido a novos actos de vandalismo registados no município da Matala.
Segundo o presidente do Conselho de Administração (PCA), António Coelho da Cruz, a circulação do comboio, que havia sido retomada há apenas 15 dias, voltou a ser comprometida após danos provocados na linha férrea, colocando em risco a segurança das operações e dos passageiros.
Os actos de vandalismo têm sido apontados como um dos principais desafios à manutenção regular do serviço ferroviário, afectando não só a mobilidade das populações como também o transporte de bens entre as regiões.
A possível suspensão do comboio expresso representa um retrocesso nos esforços de reactivação e dinamização do transporte ferroviário no sul do país, sendo aguardadas medidas para travar este tipo de práticas e garantir a continuidade do serviço.


