A Academia Angolana de Letras (AAL) comemorou, na terça-feira, no Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, uma década de existência, com a recepção de sete novos membros.
Os novos académicos admitidos e efectivos da AAL são Gociante Patissa, Márcio Undulo, Luzia Sebastião, Manuel Muanza, Paulino Soma, Domingos Zua e Alves da Rocha, que, na ocasião, testaram o conhecimento e a intelectualidade que têm ao apresentarem comunicações com temáticas diversas, num tempo recorde de 12 minutos, e mostraram-se aptos para contribuir com o saber que têm neste novo desafio.
Em declarações à im- prensa, o presidente da AAL, Paulo de Carvalho, assegurou um balanço positivo ao longo dos 10 anos desta organização de pesquisadores, que contribui para a valorização da cultura e da ciência no país, por via da investigação científica, debate sobre o cânone literário e da reflexão em torno da variedade da língua portuguesa e nacionais.
Paulo Carvalho referiu que a academia é um “corpo” selectivo de pessoas, e a recepção destes novos membros representa um momento histórico para a organização, porque vai intensificar os debates com novas ideias e opiniões.
O responsável da AAL aconselhou aos ingressados a abraçarem a causa das letras e a honrarem o legado de homens e mulheres que dignificaram as letras angolanas.




