Talatona - Um protocolo de cooperação para a preservação das memórias colectivas nacionais foi assinado quarta-feira, em Luanda, pelo Arquivo Nacional de Angola (ANA) e o Standard Bank Angola (SBA), com o objectivo de salvaguardar acervos culturais.
Talatona - Um protocolo de cooperação para a preservação das memórias colectivas nacionais foi assinado quarta-feira, em Luanda, pelo Arquivo Nacional de Angola (ANA) e o Standard Bank Angola (SBA), com o objectivo de salvaguardar acervos culturais.
O acordo prevê a "valorização do acervo histórico", "apoio na digitalização e restauro dos bens", assim como a "difusão de documentos cruciais para compreender a trajectória sócio-económica nacional".
Discursando no acto, o director-geral do ANA, Faustino Ramos, disse que o acordo garante ainda a protecção das almas e a resiliência da Nação, honrando o sacrifício dos que tombaram em prol do engrandecimento e liberdade dos angolanos.
“Uma Nação sem memória é como um corpo sem alma e o SBA torna-se um co-guardião da herança nacional”, disse.
Por sua vez, a directora de marketing da instituição financeira, Carolina Vasconcelos, afirmou que a parceria prevê a preservação da memória colectiva do país.
Disse que o projecto nasceu da convicção de dar visibilidade a um património vasto e salvaguardar este acervo devolve a Angola uma parte da sua própria história.
Na ocasião, foi apresentada a exposição de artes e gravuras de pinturas rupestres "Tchitundu Hulu".
Segundo a coordenadora da mesma, Ana Soraya, trata-se de uma raridade de longa data feita directamente sobre rocha granítica que incluem figuras geométricas, circulares, humanas e animais com técnicas diferentes que indicam momentos distintos da história nacional. DOC/FCC/VIC



