O embaixador angolano acreditado no Brasil e no Peru, Manuel Bravo, destacou o papel da cultura e do cinema como instrumentos de aproximação entre Angola e o Peru.
A afirmação foi feita durante a cerimónia de abertura do Ciclo de Cinema Africano, realizada no âmbito do Dia da Amizade Peruano-Africana, cuja sessão inaugural contou com a exibição do filme angolano Njinga, Rainha de Angola dedicado a uma das figuras mais marcantes da história de Angola e do continente africano.
Na ocasião, o diplomata realçou o crescimento do cinema angolano e a sua importância na preservação da memória colectiva, valorização da identidade nacional e divulgação da história do país.
Segundo uma nota, consultada este domingo, pelo JA Online, o diplomata, referiu, também, que o sector audiovisual angolano tem registado avanços significativos, com maior aposta na qualidade artística, formação de profissionais e criação de narrativas capazes de alcançar públicos nacionais e internacionais.
Manuel Bravo salientou, igualmente, que o cinema africano atravessa uma fase de crescente afirmação mundial, permitindo aos países do continente apresentar as suas próprias histórias e projectar a diversidade cultural, histórica e social de África.
Sobre o filme Njinga, Rainha de Angola, o embaixador afirmou que a sua apresentação no Peru constitui uma oportunidade para aproximar o público latino-americano da memória histórica angolana, através da trajectória de uma líder reconhecida pela coragem, capacidade diplomática e resistência.




