O presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Pedro Godinho, defendeu segunda-feira a preparação dos dirigentes, a fim de reduzir as insuficiências na gestão dos clubes, associações e federações, com a missão de contribuir para um desporto mais credível, seguro e integrado.
Godinho fez a abertura do segundo curso de dirigentes desportivos, que decorre desde sexta-feira, até amanhã, na cidade de Benguela, no quadro da Solidariedade Olímpica.
Segundo o presidente do COA, Benguela constitui o segundo pólo de desenvolvimento do desporto angolano, com um histórico de resultados em várias modalidades e uma relação de rivalidade com Luanda.
“A formação não substitui cursos académicos, mas proporciona ferramentas práticas aos dirigentes para melhorar o desempenho durante os respectivos mandatos. São cursos práticos e ferramentas que a nova geração de dirigentes deve ter, de modo a minimizar eventuais insuficiências na gestão durante os mandatos”, afirmou.
Durante a formação, os participantes são elucidados sobre a organização de competições, viagens desportivas, liderança, olimpismo, marketing e captação de parcerias, a universalidade dos Jogos Olímpicos, espírito de Pierre de Coubertin, princípios de integração e fair play.
No domínio do marketing desportivo, o presidente do Comité Olímpico explicou que os dirigentes devem apresentar propostas capazes de beneficiar tanto as instituições desportivas como os potenciais parceiros.
Nas vestes de prelector, Pedro Godinho dissertou sobre as parcerias atractivas, organização de competições e liderança no desporto, recorrendo à sua experiência na Confederação e na Federação de Andebol.
Arão Martins e Hermínio Fontes | Benguela




