Luanda – O presidente da Federação Angolana de Artes Marciais Mistas (FAMMA), Armando Diogo “Scott”, apontou, este domingo, em Luanda, o aumento ou a manutenção do número de medalhas como objectivo da Selecção Nacional no Campeonato do Mundo da modalidade, a disputar-se na Geórgia em 2027.
Luanda – O presidente da Federação Angolana de Artes Marciais Mistas (FAMMA), Armando Diogo “Scott”, apontou, este domingo, em Luanda, o aumento ou a manutenção do número de medalhas como objectivo da Selecção Nacional no Campeonato do Mundo da modalidade, a disputar-se na Geórgia em 2027.
O responsável fez estas declarações no final do Angola Dipanda Open World Cup, realizado no Pavilhão Multiusos do Kilamba, considerou a competição importante para a preparação dos atletas tendo em vista o próximo Campeonato do Mundo.
Armando Diogo “Scott” afirmou que a realização do evento permitiu à federação concretizar a visão estabelecida há dois anos pela Federação Internacional, que consistia na organização de uma competição de nível mundial em África.
Segundo o dirigente, a participação dos atletas serviu igualmente para avaliar o nível competitivo da selecção antes do Mundial da Geórgia.
“Vamos consolidar os títulos que Angola conquistou e estou convicto de que manteremos esse patamar de excelência, que reafirmou o país como campeã mundial”, declarou.
O presidente da FAMMA garantiu, por outro lado, a continuidade da preparação técnica da equipa nacional para os próximos compromissos internacionais, considerou sólidos os processos implementados pela federação.
Armando Diogo destacou ainda a evolução significativa dos atletas, tanto na categoria de seniores como nos escalões juvenis, integrados no processo de preparação da selecção.
“Os atletas evoluíram significativamente, não apenas os seniores, mas também os juvenis, que foram integrados e demonstraram um crescimento notável”, referiu.
Lembrou que, dos 15 atletas juvenis seleccionados, apenas três não conseguiram progredir na competição, tendo os restantes enfrentado adversários de elevado nível, provenientes do Uruguai, Líbano, Portugal e Brasil, países que ocupam posições de destaque no ranking mundial da categoria.
“Os nossos atletas realizaram estágios logo, pois sabíamos que precisaríamos dos juvenis”, explicou.
O dirigente considerou fundamental uma atenção especial à transição dos escalões de juvenis e juniores para seniores, por constituírem a base do futuro da modalidade no país.
“A nossa missão é continuar a investir nos nossos atletas, para que sejam campeões, tenham dignidade e explorem o seu potencial”, afirmou.
No Angola Dipanda Open World Cup, a Selecção Nacional conquistou 29 medalhas, sendo nove de ouro, 14 de prata e seis de bronze.
AKA/WR




