Onze jogadores da Selecção Nacional aguardam pela estreia diante da similar do Malawi, a 6 de Outubro, no Estádio 11 de Novembro, desafio pontuável para a segunda jornada do Grupo B de apuramento ao CAN'2027, com palco no Quénia, Tanzânia e Uganda.
Na ronda inaugural, no empate nulo frente ao Egipto, na última sexta-feira, o seleccionador Aliou Cissé utilizou no total 14 atletas. O senegalês efectuou apenas três substituições.
Para a recepção aos Flames, designação oficial da selecção do Malawi, um número extenso de jogadores, como se de uma equipa completa se tratasse, esperam sair do banco de suplentes e fazer parte do duelo.
Neblu, Rui, Núrio, Kinito, Gilberto, Fernando, Beni, Hossi, Alexandre, Depu e Zini constituem a longa lista de jogadores que aguardam pela vez de merecer a confiança da equipa técnica.
Devido ao extenso número é impossível que todos joguem diante do Malawi, pois a regra da FIFA, passou a ser definitiva em 2022, permite apenas que se realizem cinco substituições.
Com pouco tempo de preparação para o desafio com os faraós, cinco sessões de treinos, Aliou Cissé apostou num conjunto de jogadores com maior experiência ao serviço da Selecção Nacional, salvo algumas excepções.
Além disso, a jogar no reduto dos egípcios, favoritos à vitória, e tendo características propensas ao ataque, com jogadores como Mohamed Salah, Marmoush, Zico, Mohamed Saber, Zizo e Abdelkarim, os Palancas Negras optaram por reforçar o sector defensivo.
Estratégia
A estratégia da equipa técnica surtiu o efeito desejado, pois o resultado final foi o empate nulo, um feito conseguido pela primeira vez pelos Palancas Negras em solo faraónico.
No duelo diante do Malawi, a proposta de jogo tem de ser diferente, uma vez que apenas o triunfo interessa. Aliou Cissé conhece o elenco que tem à disposição e prepara em Casablanca uma fórmula para atacar e somar os três pontos.
Os Flames lideram o grupo com três pontos, sendo a única selecção vencedora na estreia, e vem para travar os anfitriões, prevendo-se um bloco baixo e saídas em contra-ataques rápidos.
Existe a expectativa se o seleccionador nacional vai abdicar do quinteto defensivo, que esteve composto por Marsoni, Gaspar, Buatu, Carmo e Bondo e do duplo pivô na zona intermédia formado por Show e Keliano, tendo o último maior liberdade para pisar terrenos mais adiantados e rematar à baliza.
Os Palancas Negras regressam a Luanda no sábado, provenientes da cidade de Casablanca, no Reino do Marrocos, onde realizam um curto estágio de preparação.




