As equipas egípcias do Al Ahly e do Zamalek voltam a decidir um título continental de clubes, depois de o terem feito pela última vez em 2018. Para chegarem ao jogo capital, os faraós afastaram o JSK da RDC e o Petro de Luanda nas meias-finais.
Habituados a dezenas de finais, hoje, em Luanda, é apenas o terceiro confronto entre ambos na condição de decisores. Em 2011, em Tanger, Marrocos, o Al Ahly venceu, 21-17. O troco do Zamalek veio em Abidjan, Côte d'Ivoire, na edição de 2018, quando marcou mais dois, 27-25, que o adversário.
O Zamalek tem estatuto de maior vencedor destas competições com 12 títulos em 14 finais disputadas e o Al Ahly, que vem da outra margem do Rio Nilo, jogou 11 e venceu em oito ocasiões.
Hoje, as tampas sobre o verdadeiro andebol dos dois emblemas podem saltar, na medida em que não foram obrigadas a esforços suplementares ao longo das fases anteriores da competição.
No piso da Arena do Kilamba, às 18h00, não está em disputa apenas o troféu de Luanda; também está o acerto de contas entre os rivais do mesmo país.
O Zamalek quer aproveitar Luanda como palco da desforra pelo afastamento no pódio mundial e o Al Ahly deseja firmar-se como a melhor equipa do continente, em qualquer palco. Há um jogo de resultado imprevisível em perspectiva.
Antes, às 10h30, o Petro de Luanda e o JSK da RDC batem-se pelo último lugar do pódio, um duelo com desfecho cheio de reservas. Quem geriu melhor os estragos feitos pelos egípcios na jornada de ontem? Eis a questão!
O adepto angolano é chamado a apoiar os petrolíferos, a fim de honrar a casa com um representante entre os medalhados.




