Luanda – A secretária de Estado para o Comércio e Serviços do Ministério da Indústria e Comércio, Augusta Fortes, reiterou esta terça-feira, em Luanda, a aposta de Angola na transformação da produção agrícola e na melhoria dos mecanismos de comercialização para impulsionar o desenvolvimento económico.
Luanda – A secretária de Estado para o Comércio e Serviços do Ministério da Indústria e Comércio, Augusta Fortes, reiterou esta terça-feira, em Luanda, a aposta de Angola na transformação da produção agrícola e na melhoria dos mecanismos de comercialização para impulsionar o desenvolvimento económico.
Ao discursar na abertura da palestra sobre “Resgate da visão económica de Agostinho Neto”, inserida na feira “Da Terra à Mesa: Produzir, Transformar e Comercializar”, sublinhou ser fundamental uma abordagem integrada da agricultura, que ultrapasse a produção, para aumentar rendimentos, fortalecer a indústria e gerar novas oportunidades de negócio.
Augusta Fortes disse ser necessário melhorar os canais de comercialização e facilitar o escoamento dos produtos das zonas agrícolas para os mercados.
Destacou a importância de se promover uma cultura de valorização e consumo dos produtos nacionais, como defendia o fundador da nação, Agostinho Neto, com destaque para a visão de uma Angola livre, soberana e capaz de construir o seu próprio destino.
Salientou que a compra de produtos nacionais contribui para valorizar o trabalho dos agricultores, apoiar a indústria, dinamizar o comércio e estimular a criação de emprego e rendimento no país.
Por outro lado, Augusta Fortes defendeu maior articulação entre o Estado, produtores, cooperativas, industriais e demais intervenientes, considerando que o desenvolvimento económico do país depende da capacidade de transformar o potencial existente em produção, acrescentar valor e melhorar as condições de vida das populações.
A palestra sobre “Resgate da visão económica de Agostinho Neto” foi promovida pelo Ministério da Indústria e Comércio, inserida na feira “Da Terra à Mesa: Produzir, Transformar e Comercializar”.
A feira reuniu produtores, cooperativas, representantes do sector industrial, pequenas e médias empresas, grossistas, retalhistas, distribuidores e consumidores.
O evento, inserido nas celebrações do 17 de Setembro, tem como objectivo aproximar os diferentes intervenientes da cadeia de produção e comercialização do país.HM/CS




