Luanda - O Banco Asiático vai trabalhar com o Executivo angolano no sentido de tornar o país membro efectivo do grupo de governadores desta instituição bancária, assegurou esta segunda-feira, em Doha (Qatar), a sua presidente, Zou Jiayi.
Luanda - O Banco Asiático vai trabalhar com o Executivo angolano no sentido de tornar o país membro efectivo do grupo de governadores desta instituição bancária, assegurou esta segunda-feira, em Doha (Qatar), a sua presidente, Zou Jiayi.
A gestora manifestou essa possibilidade à delegação angolana que participa, desde esta segunda-feira, no Qatar, na 11.ª Reunião Anual do Conselho de Governadores do Banco Asiático de Investimento em Infra-estruturas, centrada na inovação e preservação do meio ambiente, segundo uma nota de imprensa enviada hoje à ANGOP.
Na reunião, a comitiva angolana está a ser encabeçada pelo secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Ottoniel dos Santos.
Antes da abertura do evento, o dirigente angolano foi recebido pela presidente do Banco Asiático, que se mostrou satisfeito pela participação de Angola, na qualidade de
membro observador.
Integram ainda a delegação angolana ao evento, o embaixador de Angola no Qatar, António Coelho da Cruz, e técnicos seniores da área do Tesouro e Finanças.
O evento reúne delegações de 111 países-membros, decisores políticos, líderes empresariais e organizações da sociedade civil, para discutir a direcção estratégica do banco asiático, as prioridades operacionais e a agenda futura.
Com sede em Pequim, China, o Banco Asiático de Investimento em Infra-estruturas tem como foco a expansão do investimento em infra-estruturas sustentáveis enraizadas na inovação, conectividade e cooperação, para fomentar o desenvolvimento económico, criar riqueza e facilitar o acesso das pessoas aos serviços físicos, digitais e sociais.
Em duas décadas de operação, o Banco Asiático de Investimento em Infra-estruturas acumula uma carteira de 388 projectos aprovados e avaliados em 76.91 mil milhões de dólares, implementados em 42 países membros.
Do total do valor, 2.810 mil milhões de dólares foram investidos em seis países de África, sendo o Egipto o maior beneficiário. ACC/QCB




