Luanda - Angola vai produzir, nos próximos tempos, drones para serem utilizados na agricultura, mineração, petróleo e gás, pesquisa, entre outros sectores, avançou esta segunda-feira, em Luanda, o presidente da Câmara de Comércio Americana em Angola (AMCHAM), Pedro Godinho.
Luanda - Angola vai produzir, nos próximos tempos, drones para serem utilizados na agricultura, mineração, petróleo e gás, pesquisa, entre outros sectores, avançou esta segunda-feira, em Luanda, o presidente da Câmara de Comércio Americana em Angola (AMCHAM), Pedro Godinho.
O projecto é de iniciativa da AMCHAM, que convidou o docente americano Hector Medina, da Liberty University, para trabalhar com os estudantes da Promoção, Desenvolvimento, Prosperidade e Tecnologia (PDPT), para a concretização desse o objectivo.
Segundo Pedro Godinho, o início da produção de drones em Angola vai depender do dinamismo e das capacidades dos recursos financeiros, bem como dos talentos nacionais.
Por essa razão, explicou que a Câmara de Comércio trouxe Hector Medina para trabalhar com os jovens angolanos, no sentido de desenvolver a indústria nacional robótica, que culminará com a produção de drones no país.
Avançou que o docente tem a meta de estruturar o projecto até Dezembro do corrente ano.
“Quer dizer que, em menos de 12 meses, podemos ter a estrutura dos robôs que queremos construir”, enfatizou.
Quanto à matéria-prima, disse que a equipa vai procurar no mercado internacional, tendo em conta a escassez dos materiais em Angola.
Por sua vez, o docente Hector Medina defendeu a educação formal aplicada e elevada para os jovens angolanos, com vista a construir a própria tecnologia avançada, como drones, robôs e Inteligência Artificial.
Segundo o norte americano, os alunos devem ter a capacidade de construir coisas e resolver problemas reais, facto que exige um programa de mecatrónica muito estruturado, intencional e aplicado.
O professor está a trabalhar com diferentes estudantes do PDTP há uma semana, com o propósito de materializar o referido projecto.
Para o estudante do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), Roberto Muqueba, considerou a transmissão de conhecimento do professor Hector Medina como enriquecidora, por se enquadrar nos pilares da seção da PDPT.
Disse que esses pilares têm a ver com a conexão da comunidade científica estudantil e dos jovens em geral aos desafios e cenários internacionais.
"Trabalhar com o professor Medina está a ser interessante, porque é muito estimulador", expressou
Salientou que, ao longo da semana, o docente americano ajudou aos estudantes desenvolverem pensamento crítico, técnica de produção de drones e outros aspectos. AMC/QCB




