Luanda - Um acordo para o fortalecimento da cultura de seguros no sector do turismo foi assinado esta quinta-feira, em Luanda, pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) e a Associação das Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola (AAVOTA).
Luanda - Um acordo para o fortalecimento da cultura de seguros no sector do turismo foi assinado esta quinta-feira, em Luanda, pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) e a Associação das Agências de Viagens e Operadores Turísticos de Angola (AAVOTA).
O instrumento jurídico, rubricado pelas gestoras das respectivas instituições, serve para elucidar as agências de viagens e aos operadores turísticos a importância de seguros neste domínio.
Segundo a presidente do Conselho de Administração da ARSEG, Filomena Manjata, o acordo visa promover, capacitar, reforçar a partilha de informação, aumentar o conhecimento sobre os seguros e quadro legal e regulamentar aplicável.
Neste âmbito, disse, merecerá particular atenção o seguro de responsabilidade civil das agências de viagens e dos operadores turísticos.
Apontou essa medida como mecanismo de protecção dos consumidores e dos próprios operadores.
De acordo com a gestora, pretende-se, igualmente, aprofundar o conhecimento sobre a mediação de seguros a título acessório, através de acções concretas, como workshop, capacitação, campanhas de sensibilização e uma articulação regular entre as duas instituições.
"Queremos operadores mais informados e preparados, maior conhecimento e utilização adequada dos seguros, bem como um sector turístico mais protegido", reforçou.
Por sua vez, a presidente da AAVOTA, Catarina de Oliveira, disse que almeja-se integrar o seguro em todas as empresas, serviços e actividades turísticas.
Explicou que o objectivo é assegurar as empresas a formalizarem os seus contratos de seguro, pois é impossível conceber o turismo sem a presença do seguro.
Essa iniciativa, prosseguiu, visa dinamizar o sector em todo o território nacional, para fomentar a consciência empresarial de que é indispensável a protecção dos serviços prestados.
"Quanto às expectativas para o futuro, prevemos que, pelo menos, 50% a 60% das agências parceiras adiram ao nosso apelo", expressou. AMC/QCB




