Luanda – A Comissão de Mercados de Capitais (CMC) exortou, esta segunda-feira, os intermediários financeiros a manterem padrões de transparência e qualidade de informação transversal nas actuações perante o público e os investidores.
Luanda – A Comissão de Mercados de Capitais (CMC) exortou, esta segunda-feira, os intermediários financeiros a manterem padrões de transparência e qualidade de informação transversal nas actuações perante o público e os investidores.
Segundo a directora do departamento de Supervisão da Intermediação Financeira e Gestão de Activos da CMC, Hermenegilda Mungongo, as entidades do mercado de capitais devem ter como ponto focal a comunicação para o órgão regulador direccionar de forma assertiva as acções de supervisão.
Em declarações à ANGOP, à margem da 1.ª sessão anual denominada “Supervisão em Foco”, a responsável vincou que os agentes intermediários devem assegurar uma comunicação clara, verídica e transparente com os investidores e o público.
Indicou que, apesar dos desafios, existe uma relação positiva entre os intermediários e a entidade reguladora, pelo facto das entidades supervisionadas procurarem entender diferentes aspectos junto da CMC.
Explicou que a 1.ª sessão anual promoveu a reflexão sobre os desafios do sector, partilha de experiências e reforço do alinhamento em torno das melhores práticas de supervisão do mercado de capitais angolano.
Para si, as experiências partilhadas no evento mostram que os desafios do mercado exigem instituições mais organizadas e processos mais robustos.
Por sua vez, o sub-director do gabinete de Supervisão de Emitentes, Adilson Clemente, salientou que os intermediários financeiros devem garantir ética, transparência e confiança no mercado.
Adiantou que a CMC espera que os agentes de intermediação apoiem os emitentes na estruturação da oferta através do rigor, transparência e responsabilidade.
A 1.ª sessão anual reuniu representantes de instituições do sector financeiro e do mercado de capitais, especialistas e outros intervenientes do ecossistema.
A iniciativa surge como uma plataforma de diálogo e aproximação entre a CMC e as entidades supervisionadas para incentivar a partilha de experiências e reforçar o alinhamento em torno das melhores práticas de supervisão do mercado de capitais angolano.
Com entidade reguladora, a CMC tem como objectivo garantir a integridade, transparência e desenvolvimento sustentável do mercado de capitais, promovendo a confiança dos investidores e a inovação financeira. AMC/DC



