Corredor do Lobito ganha força com apoio do Banco Mundial e parceiros regionais

“O macro plano já está a ser uma realidade, um porto de transporte, industrial, de fomento à cultura e criação de trabalho e a conexão com a RDC e a Zâmbia”, afirmou.
Para Vasco Nunes, as áreas da mineração, indústria e desenvolvimento das comunidades são prioritárias no projeto. O responsável destacou ainda que se trata de “uma estratégia de integração regional” que conta com o apoio de vários parceiros. Zâmbia reforça aposta na integração.
O representante da Zâmbia, Emanuel Zamba, sublinhou igualmente a importância do corredor para a economia da região. Segundo Zamba, as iniciativas ligadas ao porto, à indústria, à cultura e ao emprego, bem como a conexão com a RDC e a Zâmbia, fazem parte de uma estratégia de integração que está a receber apoio de vários parceiros da cidade e da região.
O Secretário de Estado para os Transportes Terrestres, Jorge Bengui, disse registar progressos significativos na implementação do projeto. “O coração da análise do secretariado continua a pensar os trabalhos relativos ao acordo intergovernamental sobre portos secos. Evoluíram de forma considerada. Os investimentos continuam a ser realizados em infra-estruturas de transportes, logística, gestão de fronteiras e facilitação do comércio ao longo do Corredor do Lobito”, declarou Jorge Bengui. O Corredor do Lobito liga o porto do Lobito, em Angola, à RDC e à Zâmbia, e é considerado estratégico para o escoamento de minérios e o comércio regional.


