Luanda - O ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns e a Associação das Indústrias de Confeitarias, Chocolates e Snacks de Angola (ACONFA) analisaram, terça-feira, em Luanda, os principais constrangimentos que afectam o sector e as possiveis soluções para o reforço da produção nacional.
Luanda - O ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns e a Associação das Indústrias de Confeitarias, Chocolates e Snacks de Angola (ACONFA) analisaram, terça-feira, em Luanda, os principais constrangimentos que afectam o sector e as possiveis soluções para o reforço da produção nacional.
A abordagem ocorreu durante uma audiência concedida pelo ministro ao presidente do Conselho de Administração da agremiação, Frederico Crespo, segundo um comunicado a que a ANGOP teve acesso esta quarta-feira.
Conforme o informe, entre os principais desafios apresentados pela associação, destacam-se as dificuldades no processo de importação de matérias-primas e o aumento das importações de produtos de confeitaria registado no último trimestre do ano.
Na ocasião, Frederico Crespo disse que, apesar dos sobressaltos, as medidas que vêm sendo implementadas pelo Executivo no sentido de proteger e impulsionar a indústria nacional são positivas.
Neste particular, destacou o impacto positivo destas acções no desenvolvimento das cadeias de valor e no fomento da produção local.
Por sua vez, o titular da pasta da Indústria e Comércio reafirmou o engajamento do Governo angolano na salvaguarda e no fortalecimento do tecido industrial do país.
Rui Miguêns de Oliveira sublinhou que a prioridade reside na criação de condições propícias ao crescimento e à competitividade do empresariado nacional, por forma a assegurar a manutenção e a criação de novos postos de trabalho no sector.
Entretanto, o ministério e a ACONFA comprometeram-se a manter um diálogo institucional contínuo, transparente e focado na resolução dos problemas apresentados, visando garantir o desenvolvimento sustentável da indústria nacional de confeitaria, chocolates e snacks. OPF/QCB




