A futura fábrica de fertilizantes do Soyo, na província do Zaire, orçada em 2,2 mil milhões de dólares, projecta uma produção anual de 250 mil toneladas de NPK (Azoto, Fósforo e Potássio), iniciativa que reduzirá drasticamente o gasto de divisas do Estado com a importação de insumos agrícolas.
As obras do complexo industrial registam actualmente 45% de execução física. Segundo o director do projecto da Amufert, Adriano Lamas, a infra-estrutura terá capacidade para atingir a produção de um milhão de toneladas de fosfato de potássio e 1,3 milhão de toneladas de ureia. O responsável prestava declarações à imprensa no encerramento da visita de constatação que o secretário-geral da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), Wamkele Mene, efectuou ao complexo industrial. Adriano Lamas adiantou que o excedente da produção agroindustrial será exportado para o mercado regional africano e para outros continentes.Paralelamente à fase final de concessão, decorrem os trabalhos de prospecção de fosfato e potássio na comuna de Lucunga (município do Tomboco, província do Zaire) e na província de Cabinda. Com o pleno funcionamento do complexo, estará assegurada a fabricação em grande escala do NPK. “A produção desta linha de fertilizantes arrancará em simultâneo com a inauguração do complexo, programada para o mês de Maio de 2027”, esclareceu o director.



