O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, exortou os bancos comerciais a acompanharem de perto o crescimento das empresas, visando acelerar a transformação da economia nacional e o aumento da produção local.
O apelo foi feito ontem, em Luanda, no encerramento da cerimónia do prémio anual “Banco do Ano 2026”, em alusão ao Dia da Banca, assinalado a 14 de Agosto.
A data celebra o momento histórico em que os nacionalistas angolanos assumiram as rédeas do sistema financeiro, assegurando a continuidade de um pilar fundamental da soberania nacional às vésperas da Independência.
Na sua intervenção, José de Lima Massano defendeu, de forma categórica, a urgência de consolidar uma banca cada vez mais sólida, eficiente, inovadora e inclusiva.
Para o governante, as instituições financeiras comerciais devem desempenhar um papel proactivo na mobilização e no direccionamento de recursos financeiros para o sector produtivo nacional, funcionando como o verdadeiro motor da diversificação económica fora da dependência petrolífera.
Ao fazer uma retrospectiva histórica, José de Lima Massano reconheceu que o percurso da banca em Angola tem sido sinuoso, caracterizado tanto por importantes avanços regulatórios como por severas crises de liquidez e reestruturações de activos.




