Luanda – A província de Luanda concentra 30,86% das mil 241 obras visitadas, no segundo trimestre de 2026, para o Inquérito de Acompanhamento dos Edifícios em Construção (IAEC), realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Luanda – A província de Luanda concentra 30,86% das mil 241 obras visitadas, no segundo trimestre de 2026, para o Inquérito de Acompanhamento dos Edifícios em Construção (IAEC), realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Uma nota de imprensa divulgada no site do INE sublinha que, depois de Luanda, destaca-se o Huambo com 12,33%, Namibe com 9,91%, Cuanza Sul com 9,27%, Icolo e Bengo com 6,53%, Bié com 5,64% entre as principais, sendo que as demais províncias registaram variações abaixo de 5,00%.
De acordo com o INE, no segundo trimestre de 2026, o número de obras por província distribuiu-se em cinco mil e nove obras destinadas a "Habitar", 479 a "Uso próprio" e 203 com "Propósito misto".
Quanto à distribuição percentual das obras por província, os dados indicam que na categoria das obras para “Habitar” destacam-se as províncias de Benguela com 19,84%, Cubango com 10,50%, Luanda com 7,47%, Bié com 6,65%, Uíge com 6,41%, Huíla com 6,11%, e Cabinda com 6,01%, entre os principais.
Em relação ao “Uso Próprio”, destacam-se o Uíge com 19,42%, Zaire com 11,06%, Benguela com 9,60%, Bié com 7,31% e Namibe com 5,43%.
Na categoria “Propósito Misto”, destacam-se o Cuando com 17,24%, Zaire com 9,36%, Cubango, Huambo e Lunda Sul com 7,39% cada, Cabinda e Icolo e Bengo com 6,90% cada, Moxico Leste com 5,91%, por fim Bié e Uíge com 5,42% cada, entre as principais variações.
O documento refere que, no segundo trimestre de 2026, foram visitadas cinco mil 691 obras, das quais mil 241 encontravam-se "Em construção" e quatro mil 450 " Paralisadas".
Comparativamente ao primeiro trimestre de 2026, registou-se uma redução de 441 obras visitadas, o que representa 7,19% do total de obras visitadas no período.
Adianta que as obras por tipo de construtor estão representadas por “Empresa privada” com 103 unidades, “Profissional/Mestre de obra” com 849 unidades e “Familiar” com 4 739 unidades.
Para as obras por tipo de construtor, salienta a nota, na categoria de “Empresa privada” destacam-se as províncias de Luanda e Icolo e Bengo, com 18,45% cada, Bié e Cuanza Sul com 8,74% cada, e Huambo com 6,80%, entre os principais.
Relativamente ao tipo de construtor “Profissional/Mestre de obra” ressaltam-se as províncias de Luanda com 37,34%, Huambo com 14,61%, Namibe com 8,83%, Cuanza Sul com 7,07%, Huíla e Icolo e Bengo cada com 5,06%, entre os principais.
Já na categoria “Familiar” destacam-se as províncias de Benguela com 21,90%, Cubango com 11,63%, Uíge com 8,67%, Bié com 7,45%, Cabinda com 6,67%, Huíla com 6,14%, Zaire com 5,68%, Moxico com 5,57%.
Quanto ao número de obras por destino, o INE assegura que no segundo trimestre de 2026 observou-se 5 155 residenciais e 536 não residenciais (constituído por indústria, comércio, hospitais, escolas, escritórios, igrejas e hotéis).
No que concerne a categoria residencial destacam-se Benguela com 19,19%, Cubango 10,79%, Uíge com 8,19%, Luanda com 7,20%, Bié com 7,12%, Huíla com 6,23%, Zaire com 5,30% e Moxico com 5,20%, entre os principais.
Na categoria não residencial destacam-se Cabinda com 52,05% e Benguela com 9,70% entre os principais.
Os dados constam da Folha de Informação Rápida (FIR) com os resultados provisórios do segundo trimestre de 2026 do Inquérito de Acompanhamento dos Edifícios em Construção (IAEC) disponibilizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Estes resultados têm carácter provisório, sendo os definitivos publicados posteriormente no anuário.
O IAEC tem cobertura nacional e considera as obras que estiveram em construção durante o período de recolha.
As obras apresentadas são cumulativas e compreendem as que foram objecto da amostra de seguimento resultante das obras visitadas no primeiro trimestre de 2026, que representam 90% da base inicial, bem como as novas.
A operação de recolha de dados do Inquérito aos Edifícios em Construção passou a abranger as novas províncias de Icolo e Bengo, Moxico Leste e Cuando, a partir do primeiro trimestre de 2026, criadas no âmbito da nova divisão político-administrativa do país.HM/CS




