O Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET) lidera actualmente o sector com 45 por cento de força de trabalho feminina, seguido pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) com 43 por cento. A Sonangol regista 33 por cento, enquanto as operadoras contam com 26 por cento e as prestadoras de serviços com 8 por cento, revelou ontem, em Luanda, a presidente da Muhatu Energy Angola.
Kátia Epalanga, que é também administradora executiva da Sonangol, afirmou que o contributo feminino integra as capacidades técnica, operacional e estratégica do sector. Para a gestora, a presença das mulheres deve continuar a consolidar-se em cargos de liderança baseados estritamente no mérito e na competência. A Muhatu Energy Angola e a Sonangol reafirmam o compromisso de promover a igualdade de oportunidades, a capacitação e a valorização de cada profissional. A engenheira sénior acrescentou que os dados demonstram melhorias significativas na representação de género no sector. Durante o fórum, o debate em torno da liderança estratégica no sector Petrolífero demonstrou que a cadeia de valor, excelência operacional, segurança e desempenho nas operações de Oil & Gas têm um futuro sustentável para todos. “Reflectimos sobre a liderança e retivemos que construir um legado exige competência, responsabilidade, capacidade de decisão e abertura para preparar novas gerações. Isso só se alcança com equipas qualificadas, disciplinadas e capazes de integrar diferentes experiências”, afirmou.




