As obras públicas representaram cerca de 72,2 por cento dos trabalhos realizados no segundo trimestre, observando uma redução homóloga de 0,4 pontos percentuais, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com o Inquérito de Conjuntura às Empresas do II trimestre, os edifícios não residenciais representaram 16,3 por cento das construções realizadas no período em referência, enquanto os edifícios para a habitação representaram 11,5 por cento do realizado entre Abril e Junho.
O Boletim do INE detalha que a Conjuntura Económica foi favorável para as empresas do sector da Construção, tendo o indicador apresentado tendência ascendente e permanecendo acima da média da série.
As perspectivas de emprego e de actividade apresentaram uma evolução favorável no segundo trimestre. Do mesmo modo, a carteira de encomendas actual registou uma contribuição positiva, quando comparada com o mesmo período do ano anterior.
No que diz respeito às limitações, um menor número de empresas reportou constrangimentos ao desenvolver as suas actividades, em comparação com o trimestre homólogo.
O elevado nível das taxas de juro, as dificuldades na obtenção de crédito bancário e o elevado absentismo da mão-de-obra constituíram os principais constrangimentos reportados.



