O Palácio das Artes Carlos Aniceto “Liceu” Vieira Dias, que está a ser implementado na capital do país, Luanda, promete transformar profundamente a dinâmica da acção cultural em Angola, se afirmando como um novo marco para a criação, a produção e a fruição artística no país.
Num post na página do Facebook, o ministro da Cultura, Filipe Zau, referiu que o palácio representa um investimento no talento nacional e no futuro da cultura angolana.
Segundo indica, com a conclusão das obras prevista para o primeiro semestre de 2027, “esta infra-estrutura, instalada no espaço que acolhia a antiga Assembleia Nacional, será a nova casa da Orquestra Nacional de Angola e um verdadeiro centro de excelência dedicado às artes”.
Construído de raiz para responder às exigências da criação artística contemporânea, contará com três salas de espectáculo preparadas para acolher teatro, dança, cinema e concertos de música.
INVESTIMENTO DE GRANDE DIMENSÃO
Para além de uma galeria de exposições de artes plásticas, salas de ensaio de dança e um pequeno museu onde o público poderá conhecer de perto a vida e o legado de Carlos Aniceto “Liceu” Vieira Dias, através da exposição de objectos pessoais e outros elementos de valor histórico.
Os artistas e profissionais da cultura angolana há muito merecem uma infra-estrutura desta dimensão: um espaço que respire arte, inovação e requinte, onde o clássico e o contemporâneo dialoguem em perfeita harmonia.
A sociedade angolana também ganha com este projecto.
A possibilidade de uma programação artística regular permitirá aproximar o público não apenas das nossas histórias, mas também dos grandes clássicos do teatro universal, da beleza da música erudita, da dança e de outras expressões culturais, enriquecendo a vida colectiva e contribuindo para a formação de novas gerações de espectadores.
“Afinal, o ser humano alimenta-se não apenas do pão, mas também da arte, da cultura e da beleza que inspiram, educam e elevam o espírito”, finaliza. &




